ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

15 novembro, 2011

Parabéns nação RUBRO NEGRA

Eu AMO esta NAÇÃO
Hoje o Clube de Regatas Flamengo com seus adeptos e torcedores  acordaram em festa  pelos os seus 116 anos de conquistas e vitórias. Sabemos que somos a maior torcida do mundo seguido pelo Boca Júnior da Argentina.
A fundação
A popularidade do Flamengo teve origem quando os treinos eram feitos numa praça em frente a Praia do Russel, cedida pela prefeitura. O espaço aberto sem muros e sem portões aproximam os jogadores da gente mais simples, os treinos atraiam muitos curiosos. No dia 9 de janeiro de 1912 é oficializado o ingresso do Flamengo na Liga Metropolitana de Esportes Atléticos, a entidade dirigente do futebol carioca.
A estréia do time é em 3 de maio de 1912 e os jogadores tiveram de vestir uma camisa de grandes quadrados vermelhos e pretos, que ganhou logo o apelido de "papagaio-de-vintém". Afinal lembravam desenhos dos papagaios de empinar (pipas). A estréia foi com um time fraquinho formado por operários da fábrica de chapéus Mangueira, o Esporte Clube Mangueira: 16 a 2 para o Flamengo.
A sede
Às voltas com problemas financeiros, o Flamengo perdeu o terreno de sua sede que agora ficava no campo da Rua Paissandu, em 1926, quando a família Guinle o pediu de volta e o clube não tinha dinheiro em caixa. Conseguiu imediatamente (em maio de 1926) um terreno de 34.120 metros quadrados da lagoa Rodrigo de Freitas, ponto então, considerado um fim de mundo. 
Lá o estadio foi inaugurado em 4 de setembro de 1938 e com ele o Flamengo passou a ser chamado, de um modo um tanto estranho de o "Clube da Gávea". Curiosamente, um clube que deve seu nome ao bairro onde nasceu, tornou-se o "Flamengo da Gávea".

Primeira sede Casa 22 da Praia do Flamengo
Naquele estádio o Flamengo obteria sua primeira grande conquista, o tricampeonato de 1942-43-44, e ampliaria em definitivo a sua grande popularidade com times que incluíam os maiores craques do Brasil, como Leônidas, Domingos da Guia, Zizinho e tantos outros. Depois viria a era Maracanã, o segundo tricampeonato, o terceiro, a Libertadores da América, o Mundial em Tóquio. Sua história, a partir daí, é contada através dessas conquistas inesquecíveis.
Parabéns a toda nação RUBRO NEGRA
Gilv@n Vi@n@

Bom Feriado

Gilv@n Vi@n@

14 novembro, 2011

Negros e pardos são maioria em 56,8% dos municípios, mostra estudo

O número de municípios onde os domicílios tinham maioria de pretos e pardos aumentou 7,6 pontos percentuais, entre 2000 e 2010, ao passar de 49,2% para 56,8%. A constatação faz parte do Mapa da População Preta & Parda no Brasil segundo os Indicadores do Censo de 2010, divulgado hoje (14).
Em 1.021 cidades (18,3% do total), pretos e pardos eram mais de 75% da população. O estudo foi elaborado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O percentual de pessoas que se declararam pretas passou de 6,2% para 7,6% em uma década. O aumento foi maior entre as que se declararam pardas, de 38,5% para 43,1% no mesmo período. Em 2010, aproximadamente 91 milhões de pessoas se classificaram como brancas, 15 milhões como pretas, 82 milhões como pardas, 2 milhões como amarelas e 817 mil como indígenas.
O coordenador da pesquisa, Marcelo Paixão, acredita que os indicadores com base no Censo 2010 foram influenciados pelo processo de valorização da presença afrodescendente na sociedade brasileira e pela adoção das políticas afirmativas.


“Esses dados demonstram não só uma mudança demográfica, mas também política, social e cultural, porque expressa uma nova forma de visibilidade da população negra brasileira ao estimular que as pessoas assumam sua cor de pele de uma maneira mais aberta.”
O censo, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos, introduziu, em 2010, a pergunta sobre cor ou raça para todos os domicílios e não mais por amostra, como era feito anteriormente.
Segundo Marcelo Paixão, a comparação dessa informação com dados futuros do IBGE, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do ano que vem e o Censo de 2020, será muito útil para traçar um perfil mais fiel da população.


“O interessante para 2020 é verificar se esse percentual da população preta e parda no Brasil vai continuar aumentando. Porque é claro que tem também uma população que não é negra. O ideal é que as bases de dados expressem melhor o perfil da população brasileira, que corresponda à realidade”, disse o economista.
De acordo com o levantamento de 2010, São Paulo é a cidade com maior número de pretos e pardos em todo o país, com cerca de 4,2 milhões, seguido do Rio de Janeiro (cerca de 3 milhões) e Salvador (cerca de 2,7 milhões).
Se forem considerados apenas negros, Salvador lidera o ranking com 743,7 mil, seguida de São Paulo (736 mil) e do Rio (724 mil).
No Norte e no Nordeste, respectivamente, 97,1% e 96,1% dos municípios eram formados por maioria preta e parda. No Centro-Oeste, esse percentual chegava a 75,5%, no Sudeste, a 37,1% e, no Sul, a apenas 2,3%.
Cunhataí, em Santa Catarina, é a única cidade brasileira sem a presença de pessoas que se declararam pretas.


Fonte: AGÊNCIA BRASIL 
Gilv@n vi@n@

SINDSPUMC, Realiza hoje (14) encontro para fechamento do Anti Projeto do RJU

PARA OS

Aproveitando a data de hoje (14), visto ser emprensado ao feriado da Proclamação da República, a Coordenação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caraúbas - SINDSPUMC, realizará expediente interno onde acontecerá grande estudo com a Coordenação da Entidade e a Comissão de Estudo do Anti Projeto do Regime Jurídico Único - RJU dos Servidores Públicos Municipais  de Caraúbas. 
Antonio Neves de A. Filho
Para que seja melhor trabalhado o Anti Projeto o SINDSPUMC, contratou um Assessor. Trata-se de Antonio Neves de A. Filho, Natural de Caicó, cidade da região do Seridó potiguar, Professor, bacharel e licenciado em História pela UFRN. Sindicalista e ativista social na região do Seridó/RN. Sindicalista de renome na Região do Seridó e que tem uma grande bagagem na área de direitos e deveres trabalhistas, como construção de planos de cargos e carreira em vários municípios daquela região.
A pretensão é que seja concluído todo o Anti Projeto e logo seja convocada assembleia  com a Categoria parte interessada para aprovação do mesmo e que posteriormente seja protocolado no Gabinete do Executivo Municipal, visando que o Sr. Prefeito Ademar Ferreira da Silva leve o Prejeto de Lei ao Legislativo Municipal e que seja aprovado ainda este ano. Este projeto é uma meta do PAR - Plano de Ação Articulada e que seja atendida até 31 de dezembro do ano em curso.
Gilv@n Vi@n@

Alta do dólar causou perdas de R$ 18 bi a empresas, diz estudo

Mais da metade desse valor, R$ 10,6 bilhões, correspondeu aos prejuízos conjuntos de Petrobras e Vale

A desvalorização do real em relação ao dólar no terceiro trimestre do ano causou perdas equivalentes a R$ 18 bilhões para 15 empresas brasileiras de grande porte, segundo um relatório publicado neste domingo no jornal "O Globo". Mais da metade desse número, R$ 10,6 bilhões, correspondeu às perdas conjuntas das gigantes Petrobras e Vale.
O estudo elaborado por analistas de mercado levou em conta a variação na taxa de câmbio comercial e apontou como principal fator para o balanço negativo a desvalorização acumulada do real em setembro, que foi de 18,4%.
Exportadoras de matéria-prima, companhias aéreas, shopping center e prestadoras de serviços públicos estão entre as empresas mais afetadas pela alta do dólar, devido ao aumento do custo da dívida em moeda estrangeira das empresas.
Apesar das perdas milionárias, o relatório ressalta que os "números não chegam a ser preocupantes", porque as dívidas em dólar são a longo prazo e não afetaram o caixa das empresas para o pagamento de funcionários, fornecedores e, inclusive, seus investimentos.
Em outubro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou que o governo não tem a intenção de estabelecer uma taxa de câmbio fixo, apesar da forte desvalorização do real e das medidas tomadas para conter o avanço do dólar, como a venda de moeda estrangeira no mercado futuro.
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Fonte: EFE
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França é apontada como próxima vítima da crise econômica

Presidente francês corre o risco de cair, e país deve ter títulos de dívidas soberanas rebaixados por agências de risco


Sarkozy: próxima vítima da crise?

Desde 2007, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, trabalhou para construir uma nova imagem do poder: a de um "hiperpresidente". Durante quatro anos, o chefe de Estado ofuscou seu primeiro-ministro, François Fillon. Agora, corre o risco de pagar o preço da exposição. Apontada nos mercados financeiros como a provável próxima vítima da crise, depois da Itália, a França tem eleições em abril de 2012, e todas as atenções se voltam para as chances do atual mandatário francês ser a nona cabeça cortada na Europa.
Depois de contagiar a Itália, ameaçando a sobrevivência da zona do euro e a estabilidade da economia mundial, a crise das dívidas soberanas está às portas de Paris. Na sexta-feira, o jornal Le Monde questionava em título: "Depois da Grécia e da Itália, a França?".
O temor se reforçou com o suposto "erro" da agência de rating Standard & Poor's, que na quinta-feira publicou em seu site uma nota - depois desmentida - associando o país à palavra downgrade (rebaixamento). 
O incidente confirmou aos mercados financeiros e ao meio político do país o que os investidores já preveem na Europa e nos Estados Unidos: após Washington, Paris deve ser a próxima a ver seus títulos de dívidas soberanas perderem o status de AAA.
Para Jacques Attali, economista e ex-conselheiro do presidente socialista François Mitterrand, os sinais são evidentes: "Não nos iludamos. A dívida francesa já não é mais AAA".
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Fonte: AE
Gilv@n Vi@n@

13 novembro, 2011

Baixos salários, “bicos” e desrespeitos à profissão de professor

Recente estudo de professores da Universidade de São Paulo - USP, com base na Pesquisa por Amostragem de Domicílios (Pnad/IBGE-2009), revelou que cerca de 10% dos/as docentes brasileiros/as da educação básica complementam suas rendas com atividades desempenhadas fora do magistério, sobretudo através de vendas de cosméticos.
Para quem vive o dia a dia das escolas públicas, os resultados da pesquisa surpreendem mais pelo baixo percentual de quem pratica outras ocupações do que em razão de os/as professores/as terem que complementar, de fato, os baixos salários a que estão submetidos na maior parte do país.
Outro dado relevante sobre a complementaridade da renda familiar da categoria do magistério pode ser extraído do Censo do Professor (MEC/INEP-2009). O estudo indica que, pelo menos, 1/3 (um terço) do professorado da educação básica pública desempenha dupla ou tripla jornada de trabalho na profissão. Ou seja: a renda é reforçada por meio do principal instrumento de trabalho, porém de forma que compromete a saúde do/a educador/a e a própria qualidade do ensino.
A recorrente economia de recursos do Estado, que concedeu ao magistério a possibilidade de possuir mais de um vínculo empregatício no setor público e que exime os gestores de investir na formação inicial e continuada e nas condições de trabalho da categoria, cada vez mais colide com a perspectiva de melhorar a qualidade da educação. Pior: ao invés de reverter essa realidade, as administrações públicas - paradoxalmente e com o apoio da parcela da mídia subserviente - investe na responsabilização dos/as educadores/as pela baixa qualidade dos sistemas de ensino, cuja gestão, em sua maioria, não permite a participação da comunidade escolar nos processos de formulação, aplicação e verificação das políticas públicas.
Por óbvio que os problemas inerentes à qualificação profissional do magistério não se restringem ao salário. Mas esse, conjugado com a expectativa de carreira e de valorização social da profissão, é o maior deles. Corroborando essa tese, o diagnóstico da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que trata da remuneração do magistério, revela que o/a professor/a com formação de nível médio (curso de magistério) detém renda média 38% acima dos demais trabalhadores brasileiros com escolaridade similar. Contudo, essa relação se inverte, na mesma proporção, quando o/a professor/a com formação de nível superior (maioria no Brasil) tem sua renda comparada com os demais trabalhadores de formação universitária. E isso é um fator de desestímulo à qualificação, ainda mais quando o próprio professor precisa arcar com o ônus financeiro de sua formação ou quando não dispõe de concessão de tempo pelos gestores para fazê-la adequadamente.
Para a CNTE, o piso nacional do magistério - vinculado à carreira - representa um primeiro passo na direção da equidade laboral dos/as educadores/as no país, condição fundamental para elevar a qualidade da educação com equidade. Mas muitos governadores e prefeitos - e, agora, até a justiça de um Estado, o Pará, em confronto com a decisão do Supremo Tribunal Federal - insistem em não observar a norma federal que também prevê jornada de trabalho para o/a professor/a com tempo dedicado às atividades extra-sala de aula (preparação e correção de atividades, reuniões pedagógicas e com os pais, formação no local de trabalho, dentre outras).
Outras questões afetas à qualidade da educação e que desestimulam o ingresso da juventude na profissão, ou que afastam, por doença ou desestímulo, os atuais professores das redes de ensino, consistem nas defasagens da formação inicial (sob responsabilidade majoritária de faculdades privadas, ou provida em cursos à distância), na falta de qualificação permanente ofertada pelo Estado, nas jornadas de trabalho incompatíveis com a profissão, nas deficientes formas de contratação no serviço público e nas precárias condições de trabalho e de vida oferecidas aos profissionais - em sua maioria mulheres, o que denota discriminação de gênero nesse setor de atividade profissional. E, sem que esses pontos sejam devidamente contornados, pouco se avançará na valorização do magistério e dos demais profissionais da educação e na melhoria da qualidade do ensino público.
Fonte: CNTE
Gilv@n Vi@n@

Direção do Sinte discutiu em reunião planejamento de luta para 2012

Fátima Cardoso - Coordenadora Geral do SINTE / RN

A direção do Sinte se reuniu nesta sexta-feira (11) para traçar novos rumos do movimento. Os pontos mais debatidos foram Piso Salarial, Plano de Carreira e o 1/3 de hora atividade. Para essas questões, a assessoria jurídica do Sindicato já está mobilizada para estudar novas formas de resolvê-las. Outro tema que mereceu um longo debate foi a proposta do PNE, as expectativas com relação às emendas e a realização de debates com a categoria.
A direção do Sinte alerta a categoria em relação ao atendimento jurídico. Há promessas de advogados sendo oferecidas aos trabalhadores, mas esse trabalho é cobrado. Enquanto isso, o Sinte oferece assessoria jurídica à categoria sem cobrança de qualquer taxa extra e as causas sem êxito têm os custos processuais dispensados de pagamento. Segundo a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, até o momento não foi feito qualquer pagamento de honorários e o pedido de dispensa de custas processuais está sendo garantida. Essa decisão da diretoria é para proteger o (a) sócio (a).
Os temas discutidos nessa reunião foram debatidos com a categoria, tanto no âmbito Estadual quanto Municipais. Para antecipar o debate, a diretoria do Sinte publicará a proposta discutida na próxima revista que chegará às escolas, às DIREDs e às Secretarias Municipais de Educação.
Fonte: sintern.org.br
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Plano Nacional de Educação: Apresentação do relatório do PNE é adiada para o dia 22

A apresentação do relatório da proposta que estabelece o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), com metas do setor para os próximos dez anos, foi adiada para o próximo dia 22. A informação é da presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Fátima Bezerra (PT-RN). A apresentação havia sido prevista para ontem (11). Este é o segundo adiamento da reunião, que já havia sido marcada para o último dia 26/10.
O documento, que será elaborado pelo relator da comissão especial sobre o projeto, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), deverá analisar todas as quase três mil emendas de deputados ao texto do Executivo. Após a apresentação do relatório, será aberto novo prazo de cinco sessões para novas emendas. Só então o projeto será votado pelo colegiado e enviado para o Senado, caso não haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.
Fátima Bezerra disse ter visto a primeira versão do relatório de Vanhoni e acredita que o documento atendeu à maioria das emendas dos deputados. Ela não quis adiantar os dispositivos do texto, mas informou que o relatório amplia metas importantes, como as de atendimento a alunos da educação básica e das escolas de tempo integral.
Segundo ela, também há melhorias em metas ligadas à qualificação profissional e à remuneração dos professores. “Os ajustes na segunda etapa de emendas devem ser poucos, já que o relatório atende a boa parte das reivindicações”, concluiu.
Fonte: Reportagem – Carolina Pompeu 
Edição – João Pitella Junior

Postagem: Gilv@n Vi@n@

Patrimônio de Agnelo Queiroz subiu 413%, diz revista

Total de bens do governador do DF teria subido de R$ 224.350, em 2006, para R$ 1.150.322, em 2010

O ex-ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz, é acusado de ter quintuplicado o patrimônio entre 2006 e 2010
Fortalecido, nos últimos dias, por uma blindagem organizada pelo PT, que conseguiu derrubar cinco pedidos de impeachment contra ele na Câmara Distrital do Distrito Federal, o governador Agnelo Queiroz enfrenta um novo desafio: a denúncia de que seu patrimônio aumentou 413% entre 2006 e 2010. Os dados foram extraídos de suas declarações de imposto de renda daquele período e revelados pela revista Época desta semana. Eles são parte de um processo que corre na Justiça Federal, no Rio de Janeiro.

Segundo a revista, Agnelo declarou em 2006 um total de bens de R$ 224.350. Na declaração de 2010, esse número quintuplicou, chegando a R$ 1.150.322. Entre uma e outra, o governador comprou dois apartamentos e uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília. A declaração não inclui bens de Agnelo, mas apenas rendimentos - pois, segundo ele, os bens estão registrados no nome de sua mulher, Ilza Queiroz.
Essa rápida evolução de patrimônio não combina com as informações que ele entregou à Receita Federal ao longo dos quatro anos. Em 2006, quando se candidatou ao Senado, Agnelo dizia ter três automóveis e um apartamento e um total de remuneração de R$ 189.899. Num gesto de larga generosidade, doou então ao seu partido na época, o PC do B, nada menos que 22,7% de sua renda bruta, exatos R$ 42.368.
Em 2007, segundo a reportagem, a renda declarada do governador não foi além de R$ 57.642. E, por oito meses do ano, antes de ser convocado pelo governo para uma diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), teria recebido apenas um salário mensal de R$ 3 mil como médico da rede pública.
Declaração conjunta
Em nota que divulgou a respeito, o governador informa que a declaração de 2010 "foi apresentada em conjunto com a esposa". A reportagem observa que não há nenhum bem em nome do governador em suas declarações de 2003, 2004, 2005 e 2006.
O texto traz um histórico das relações de Agnelo com dois ex-integrantes do PC do B - João Dias, autor de denúncias que ajudaram a derrubar o ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), e Daniel Tavares, que revelou em vídeo ter depositado um valor de R$ 5 mil na conta de Agnelo em janeiro de 2008. Esse vídeo foi divulgado por parlamentares da oposição, na semana passada. Ele afirma que o depósito era o complemento de uma propina de R$ 50 mil, acertada com o governador.
Na ocasião, Tavares era lobista de um laboratório, a União Química, e Agnelo já era diretor da Anvisa. Assim que o vídeo circulou, o PT entrou em defesa de Agnelo e apresentou um outro vídeo com o mesmo lobista. Desta vez, Tavares sustenta que os R$ 5 mil eram a quitação apenas de uma dívida pessoal.
Essa versão também não bate com revelações que ele fez à Época em junho, quando se disse ameaçado por aliados do governador e garantia dispor de provas de que este havia recebido a propina. A revista diz ter vídeo gravado com Tavares no qual ele explica que o dinheiro era passado por ordem de um empresário do laboratório.
Fonte: AE
Gilv@n Vi@n@

Estação interplanetária Fobos-Grunt é considerada perdida

Sonda deveria seguir para Marte, mas por uma falha ainda não esclarecida se manteve na órbita terrestre e pode cair na Terra

Sonda Phobos-Grunt pesa 13,5 toneladas e pode cair na Terra
A estação interplanetária Fobos-Grunt não apresenta sinais de estar em operação, sendo considerada definitivamente perdida, afirmou neste sábado uma fonte da agência espacial russa Roscosmos.
"Todas as tentativas de receber a informação e iniciar o sistema de controle de bordo fracassaram. A estação pode ser considerada perdida", disse a fonte à agência "Interfax".
Lançada na última terça-feira em Baikonur (Cazaquistão), a Fobos-Grunt deveria seguir para Marte, mas por uma falha ainda não esclarecida se manteve na órbita terrestre. Seu lançamento devia marcar o início de uma missão de 34 meses que incluía o vôo à lua marciana Fobos, a aterrissagem em sua superfície e o retorno à Terra com uma cápsula com 200 gramas de mostras do solo do satélite.
Com um custo de US$ 170 milhões, o projeto tinha como objetivo estudar a matéria inicial do sistema solar e ajudar a explicar a origem de Fobos e Deimos, as luas marcianas, assim como dos demais satélites naturais no sistema solar.
Fonte: EFE
Gilv@n Vi@n@