ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

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03 março, 2012

PESQUISA: Carlos Eduardo lidera com folga corrida para sucessão em Natal

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves continua liderando com folga a corrida para a prefeitura de Natal, conforme os números da segunda pesquisa do Instituto Consult, divulgada na tarde desta quinta-feira(1) pelo Sindicato da Construção Civil do Rio Grande do Norte. 
Carlos Eduardo(PDT) aparece na frente com 44,2% das intenções de votos na estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitor. Na segunda colocação está a ex-governadora Wilma de Faria(PSB) com 19,8% dos entrevistados. Na terceira posição o deputado federal Rogério Marinho(PSDB) com 6,8%. Os lanterninhas são Fernando Mineiro(3,7%), Hermano Morais(3,6%), Felipe Maia(2%), Micarla de Souza(1,1% e Albert Dickson(0,6%).
A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 26 de fevereiro, em 44 localidades das quatros regiões de Natal.
Fonte: blogdeassis.com.br
Gilv@n Vi@n@

16 janeiro, 2012

Certus: Rosalba e Micarla batem recorde de reprovação

MICARLA & ROSALBA
A governadora Rosalba Ciarlini e prefeita Micarla de Souza continua com índices de reprovação nas alturas. Conforme os números da pesquisa do Instituto Certus divulgada na Tribuna do Norte neste domingo(15), a gestão da governadora Rosalba  é reprovada por 58,57% dos entrevistados e a administração da prefeita Micarla por 89,6%, números bem próximos da pesquisa realizada pelo instituto Consult divulgada na semana passada.
A aprovação do governo Rosalba ficou em 25,71% e da administração de Micarla foi de 8,57%.
Fonte: blogdeassis.com.br
Gilv@n Vi@n@

13 novembro, 2011

Baixos salários, “bicos” e desrespeitos à profissão de professor

Recente estudo de professores da Universidade de São Paulo - USP, com base na Pesquisa por Amostragem de Domicílios (Pnad/IBGE-2009), revelou que cerca de 10% dos/as docentes brasileiros/as da educação básica complementam suas rendas com atividades desempenhadas fora do magistério, sobretudo através de vendas de cosméticos.
Para quem vive o dia a dia das escolas públicas, os resultados da pesquisa surpreendem mais pelo baixo percentual de quem pratica outras ocupações do que em razão de os/as professores/as terem que complementar, de fato, os baixos salários a que estão submetidos na maior parte do país.
Outro dado relevante sobre a complementaridade da renda familiar da categoria do magistério pode ser extraído do Censo do Professor (MEC/INEP-2009). O estudo indica que, pelo menos, 1/3 (um terço) do professorado da educação básica pública desempenha dupla ou tripla jornada de trabalho na profissão. Ou seja: a renda é reforçada por meio do principal instrumento de trabalho, porém de forma que compromete a saúde do/a educador/a e a própria qualidade do ensino.
A recorrente economia de recursos do Estado, que concedeu ao magistério a possibilidade de possuir mais de um vínculo empregatício no setor público e que exime os gestores de investir na formação inicial e continuada e nas condições de trabalho da categoria, cada vez mais colide com a perspectiva de melhorar a qualidade da educação. Pior: ao invés de reverter essa realidade, as administrações públicas - paradoxalmente e com o apoio da parcela da mídia subserviente - investe na responsabilização dos/as educadores/as pela baixa qualidade dos sistemas de ensino, cuja gestão, em sua maioria, não permite a participação da comunidade escolar nos processos de formulação, aplicação e verificação das políticas públicas.
Por óbvio que os problemas inerentes à qualificação profissional do magistério não se restringem ao salário. Mas esse, conjugado com a expectativa de carreira e de valorização social da profissão, é o maior deles. Corroborando essa tese, o diagnóstico da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que trata da remuneração do magistério, revela que o/a professor/a com formação de nível médio (curso de magistério) detém renda média 38% acima dos demais trabalhadores brasileiros com escolaridade similar. Contudo, essa relação se inverte, na mesma proporção, quando o/a professor/a com formação de nível superior (maioria no Brasil) tem sua renda comparada com os demais trabalhadores de formação universitária. E isso é um fator de desestímulo à qualificação, ainda mais quando o próprio professor precisa arcar com o ônus financeiro de sua formação ou quando não dispõe de concessão de tempo pelos gestores para fazê-la adequadamente.
Para a CNTE, o piso nacional do magistério - vinculado à carreira - representa um primeiro passo na direção da equidade laboral dos/as educadores/as no país, condição fundamental para elevar a qualidade da educação com equidade. Mas muitos governadores e prefeitos - e, agora, até a justiça de um Estado, o Pará, em confronto com a decisão do Supremo Tribunal Federal - insistem em não observar a norma federal que também prevê jornada de trabalho para o/a professor/a com tempo dedicado às atividades extra-sala de aula (preparação e correção de atividades, reuniões pedagógicas e com os pais, formação no local de trabalho, dentre outras).
Outras questões afetas à qualidade da educação e que desestimulam o ingresso da juventude na profissão, ou que afastam, por doença ou desestímulo, os atuais professores das redes de ensino, consistem nas defasagens da formação inicial (sob responsabilidade majoritária de faculdades privadas, ou provida em cursos à distância), na falta de qualificação permanente ofertada pelo Estado, nas jornadas de trabalho incompatíveis com a profissão, nas deficientes formas de contratação no serviço público e nas precárias condições de trabalho e de vida oferecidas aos profissionais - em sua maioria mulheres, o que denota discriminação de gênero nesse setor de atividade profissional. E, sem que esses pontos sejam devidamente contornados, pouco se avançará na valorização do magistério e dos demais profissionais da educação e na melhoria da qualidade do ensino público.
Fonte: CNTE
Gilv@n Vi@n@

19 outubro, 2011

IBGE aponta falta de rede de esgoto em quase metade dos municípios

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que quase metade (44,8%) dos municípios brasileiros não tinha rede coletora de esgoto em 2008.
As diferenças regionais, porém, são grandes: enquanto no Estado de São Paulo apenas Itapura estava nessa situação, na região Norte as cidades sem o serviço chegavam a 96,5% do total.
Os dados consideram apenas a existência ou não da rede coletora, e não a abrangência de cobertura dentro de cada município --ou seja, mesmo que vários bairros de uma cidade não sejam atendidos pelo serviço, ela pode figurar na lista se a coleta for feita em parte de seu território.
Além disso, a pesquisa mostra que a coleta não é acompanhada na mesma proporção pelo tratamento do esgoto. Do total coletado, apenas 68,8% passa por estações de tratamento antes de ser descartado.
Nesse quesito, mais uma vez, é possível notar grandes diferenças regionais. Em São Paulo, 78,4% dos municípios processam ao menos parte do esgoto gerado. No Maranhão, esse percentual cai para apenas 1,4%.
Em parte dos municípios do país que não têm rede de esgoto, porém, é possível encontrar soluções alternativas, como a fossa séptica (dispositivo do tipo câmara que é isolado do solo e faz a filtragem do dejeto). É o caso, por exemplo, de vários municípios gaúchos.
Além disso, os dados mostram uma melhora em relação à pesquisa anterior, de 2000. Naquele ano, a parcela de municípios sem rede coletora de esgoto era de 47,8%.
Fonte: 1.folha.uol.com.br
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28 setembro, 2011

Pesquisadores espanhóis desenvolvem nova vacina contra aids

Vacina gerou defesa em 95% dos pacientes (normalmente atinge 25%), abrindo caminho para o uso em grande escala

Uma equipe de pesquisadores espanhóis criou um protótipo de vacina contra o HIV "muito mais potente" que os desenvolvidos até agora ao redor do mundo e que conseguiu uma resposta imune para 90% das pessoas sadias que foram expostas ao vírus.
A descoberta foi apresentada nesta quarta-feira (28) em entrevista coletiva pelos responsáveis pela pesquisa, Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC); Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, e Juan Carlos López Bernaldo de Quirós, do Hospital Gregorio Marañón de Madri.
Após manifestarem uma grande eficácia em ratos e macacos, os testes começaram a ser aplicados em seres humanos há cerca de um ano. Nesta primeira fase, a vacina foi aplicada em 30 pessoas sadias, escolhidas entre 370 voluntários.
Durante o teste, seis pessoas receberam placebo e 24 a vacina. Estas últimas apresentaram "poucos" e "leves" efeitos secundários (cefaleias, dor na zona da injeção e mal-estar geral). Por isso, é possível afirmar que "a vacina é segura para continuar com o desenvolvimento clínico do produto", ressaltou Quirós.
Em 95% dos pacientes, a vacina gerou defesa (normalmente atinge 25%) e, enquanto outras vacinas estimulam células ou anticorpos, este novo protótipo "conseguiu estimular ambos", destacou Felipe García.
Para completar, em 85% dos pacientes as defesas geradas se mantiveram durante pelo menos um ano, "que neste campo significa bastante tempo", acrescentou.
Na próxima etapa, os pesquisadores realizarão um novo teste clínico, desta vez com voluntários infectados pelo HIV. O objetivo é saber se o composto, além de prevenir, pode servir para tratar a doença.
"Já provamos que a vacina pode ser preventiva. Em outubro, vacinaremos pessoas infectadas com HIV para ver se serve para curar. Geralmente, os tratamentos antirretrovirais (combinação de três remédios) devem ser tomados rigorosamente, algo insustentável em lugares tão afetados pela aids como a África", apontou García.
O protótipo da vacina, batizado como MVA-B, recebe o nome do vírus Vaccinia Modificado Ankara (MVA, na sigla em inglês), um vírus atenuado que serve como modelo na pesquisa de múltiplas vacinas Até agora, o único teste de vacina contra o HIV que chegou à terceira fase foi realizado na Tailândia. As duas primeiras fases testam a toxicidade do composto e sua eficácia, enquanto a terceira e a quarta examinam a posologia do remédio.
O protótipo da vacina, patenteado pelo CSIC espanhol, está sendo elaborado para combater o subtipo B do vírus da aids, de maior prevalência na Europa, Estados Unidos, América Central e do Sul, além do Caribe. Na África e Ásia, o vírus mais comum é o subtipo C.
Estrangeiros deixam países de origem para tratar aids no Brasil. Na foto, Maurício que morava no Japão
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Fonte: saude.ig.com.br
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17 agosto, 2011

Dilma tem aprovação de 49,2%, diz CNT/Sensus

O governo Dilma Rousseff é avaliado como ótimo/bom por 49,2% dos entrevistados pela pesquisa CNT/Sensus. Dos entrevistados, 9,3% classificaram o governo como ruim/péssimo e 37,1% como regular.
Essa é a primeira pesquisa CNT/Sensus divulgada no governo Dilma. Foi feita entre os dias 7 e 12 de agosto em 24 Estados. Ouviu 2.000 pessoas e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
A avaliação do governo da petista é semelhante à aprovação que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha em agosto de 2003, quando 48,3% dos entrevistados pelo instituto tinham uma avaliação positiva do governo.
A marca alcançada pela petista é, porém, menor que todas as outras alcançadas por Lula desde abril de 2007. No fim de seu mandato, o governo do ex-presidente chegou a registrar avaliação positiva de 83,4%. 
O desempenho da presidente é aprovado por 70,2% dos entrevistados e desaprovado por 21,1%
A gestão de Dilma é vista como pior que a de Lula por 45,4% dos entrevistados. Apenas 11,5% veem o governo Dilma como melhor que o anterior.
A expectativa de que Dilma fará um bom governo caiu dos 69,2% medidos em dezembro, após sua eleição, para 61,3% em agosto. Também caiu, mais drasticamente, a avaliação feita dos ministérios de Dilma: a escolha dos ministros era aprovada (ótimo/bom) por 45,5% em dezembro, índice que passou para 24,2% em agosto.
A crise no Ministério dos Transportes é tida pelos entrevistados como algo que afeta a imagem da presidente. Entre os que têm acompanhado ou ouviram falar das denúncias, 62,9% disseram acreditar que a crise afetou a imagem da petista; 79,2%, no entanto, aprovaram as medidas adotadas por ela frente à crise política.
Em termos de popularidade, o desempenho da presidente é aprovado por 70,2% dos entrevistados e desaprovado por 21,1%. Em agosto de 2003, a popularidade do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 76,7% segundo registro do instituto.
SINAL AMARELO
A avaliação da presidente está boa, mas em declínio, principalmente com relação aos serviços públicos e infraestrutura, afirma Flávio Benatti, presidente da seção de cargas da CNT.
"A população está indicando que o combate à corrupção é importante, mas não é tudo. Tem gordura para queimar, mas precisa agir mais em investimentos na área social e de infraestrutura." Segundo Benatti, o sinal está amarelo.
As notas dadas para serviços públicos, de 0 a 10, caíram todas se comparadas com a pesquisa anterior que mediu essas variáveis, em janeiro do ano passado. As maiores quedas foram em rede pública de saúde (de 5,1 para 4,5) e escola pública (de 6,5 para 5,9).
DATAFOLHA E CNI/IBOPE
Pesquisa Datafolha divulgada pela Folha no início deste mês apontou que Dilma manteve um nível estável de aprovação nos primeiros meses do ano, mesmo após os primeiros escândalos de corrupção e de medidas para conter o crédito e a atividade econômica.
Realizado entre os dias 2 e 5 de agosto em todo o Brasil, o levantamento do Datafolha indicou que 48% dos brasileiros com 16 anos ou mais consideram o governo de Dilma como ótimo ou bom. Em junho, esse índice era 49% e, em março, 47%.
Uma queda na avaliação positiva da presidente foi verificada pelo CNI/Ibope, em pesquisa realizada entre 28 e 31 de julho e divulgada na semana passada. A aprovação pessoal de Dilma passou de 73% em abril para 67% em julho. Houve uma piora na avaliação tanto o governo como um todo quanto de setores específicos --principalmente relacionados à taxa de juros e inflação.
A queda foi explicada pela CNI como um "ajuste de expectativas" do eleitor, que costuma sair de uma eleição com um conceito elevado do candidato eleito. A avaliação da entidade é que o governo da petista ainda mantém uma aprovação "bastante elevada". 
Fonte: 1.folha.uol.com.br/poder
JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA
 
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15 agosto, 2011

Brasileiro não sabe a qual classe social pertence, diz estudo

A maior parte dos brasileiros no topo da pirâmide acredita que faz parte da classe média e mais de um terço se considera baixa renda. Já aqueles que integram a classe C também se enxergam em um patamar inferior ao real.
É o que mostra pesquisa do Data Popular feita no segundo trimestre deste ano com 3.000 entrevistados em 251 cidades de 26 Estados.
"A percepção da população em relação ao seu padrão de vida, em grande parte, não reflete a realidade", afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto.
No caso dos integrantes das classes AB (renda média domiciliar de R$ 8.393), 55,2% se consideraram da classe média (R$ 2.295), quando somente 9,6% se classificaram corretamente.
Outros 35,2% avaliaram ser da baixa renda (média de R$ 867). Ao serem questionados, não foram informados sobre o critério de renda da classificação.
Na classe C, 32,5% se posicionaram corretamente, mas 65,7% disseram fazer parte da baixa renda.
PATAMAR
"Grande parte dos integrantes da classe média brasileira está nesse estrato há pouco tempo. Eles vieram da baixa renda e ainda se enxergam nela. Sabem que o padrão de vida está melhorando, mas não consideram a mudança de patamar."
Por outro lado, há ainda outros 16,9% de cidadãos de baixa renda que pensam que são da classe média.
"São os emergentes que se consideram da classe média baixa, mas que ainda não são. Como eles têm perspectiva de crescimento na renda, avaliam erroneamente", diz o diretor do Data Popular.
INFLUÊNCIA DOS EUA
De acordo com Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV (Fundação Getulio Vargas), essa visão distorcida da população é consequência da forte influência norte-americana no Brasil.
"Pelo padrão dos Estados Unidos, quem é da classe média tem dois carros na garagem, o que não é necessariamente verdade aqui. A renda per capita americana é bem superior à brasileira", afirma.
"Para o brasileiro, ricos são o Eike Batista e outros milionários do patamar dele", afirma Meirelles.
Eike, magnata dos projetos privados da infraestrutura brasileira, foi considerado o oitavo mais rico do mundo em ranking da revista "Forbes". 
Fonte: 1.folha.uol.com.br
MARIANA SALLOWICZ
DE SÃO PAULO
 
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30 junho, 2011

PESQUISA: Homens cuidam mais de seus carros do que da própria saúde

Desde 1991 o empresário Marcos Peck aprendeu a amar os carros. O objeto da paixão é um fusca dos anos 70.  Mesmo enfrentando idas e vindas ao mecânico ao longo do tempo e o excessivo gasto de dinheiro nos consertos do carro, o amor pelo fusca nunca foi abandonado.  A paixão de Marcos pelo veículo continua cada vez mais viva, mas quando o assunto é ir ao médico, a história é outra.

Empresário Marcos Peck
"Da saúde a gente só vai no médico no último lugar quando tá assim realmente ruim. Nesse ano passado, por exemplo, nenhuma né, e no mecânico umas cinco, seis vezes. O carro assim  deu algum probleminha a gente já manda arrumar ou algum outro problema, a gente nunca deixa ele na mão, né."
Marcos é mais um exemplo de uma pesquisa feita nos Estados Unidos em que 70% dos homens se preocupam mais com os carros do que com a saúde. Porém, o que muitos homens se esquecem é que não são apenas os carros que precisam de calibragem todos os anos.  O coordenador da área técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Eduardo Chakora, fala da importância dos cuidados que os homens devem ter com a própria saúde.
Coordenador da área técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde, Eduardo Chakora
"Os homens geralmente não se veem como um sujeito de cuidado e de direito na saúde e em vez de cuidar de si, cuidam do carro que é uma maneira dele projetar para fora o cuidado ao invés de trazer esse cuidado pra ele. Ou seja, ele tem que tá fazendo a higiene dele, tem que tá fazendo uma alimentação saudável, fazendo exercícios físicos, buscando não fumar, beber moderadamente e ter um comportamento que garanta os cuidados dele. A gente percebe que muitas vezes por não procurarem os serviços ele já entra quando o agravo está muito forte, muito desenvolvido."
O Ministério da Saúde tem ampliado os investimentos e as ações para tratar da saúde do homem. Essas campanhas foram responsáveis por 11 países das Américas elegerem o Brasil como referência em política pública de saúde voltada à população masculina.
 Reportagem, Vanessa Silvestre
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