ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

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21 março, 2012

Senado vota reforma política nesta quarta-feira


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), confirmou a realização de sessão extraordinária nesta quarta-feira (21), às 11h, para apreciação de pauta temática composta de propostas relacionadas à reforma política. As matérias prontas para votação tratam de temas como coligações partidárias, financiamento de campanha, suplentes e fidelidade partidária.
Coligações
A proposta (PEC 40/2011) que permite coligações eleitorais apenas nas eleições majoritárias (para presidente da República, governador e prefeito) passa pela quinta e última sessão de discussão no Plenário. No entanto, a votação da proposta poderá ser adiada caso a matéria receba emendas de Plenário, que deverão ser analisadas pela CCJ.
Financiamento
Outra proposta em pauta é o projeto que trata do financiamento público de campanha (PLS 268/2011), que prevê a destinação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de R$ 7,00 por eleitor inscrito para uso de partidos políticos e candidatos em campanhas eleitorais. O projeto, aprovado na CCJ, recebeu recurso para votação em Plenário.
Data de posse
Segundo a PEC 38/2011, também pronta para votação, o presidente da República passa a tomar posse em 15 de janeiro, enquanto para governadores e prefeitos fica estabelecida a data de 10 de janeiro. Atualmente, todos tomam posse em 1º de janeiro. A proposta ainda estabelece, por emenda aprovada na CCJ, a data unificada de posse em 1º de fevereiro para deputados estaduais e distritais. O mandato de cinco anos para cargos executivos, originalmente proposto na PEC, foi rejeitado na CCJ.
Referendo
Vai ao primeiro turno de votação a PEC 42/2011, que estabelece a exigência de aprovação em referendo de qualquer lei ou emenda constitucional que altere o sistema eleitoral. Nas cinco sessões de discussão, a matéria não recebeu emendas em Plenário.
Suplência
Outra proposta que deve ser analisada é a PEC 37/2011, que reduz de dois para um o número de suplentes de senador e proíbe que o suplente seja cônjuge ou parente do titular. Também estabelece que sejam convocadas novas eleições no caso de vacância permanente do cargo. Emenda de Plenário apresentada por Romero Jucá (PMDB-RR) prevê que, em caso de vacância decorrente de homicídio do titular, o suplente será convocado, para assegurar que um aliado político assuma o mandato. O senador Luiz Henrique (PMDB-SC) emitiu relatório pela rejeição da emenda.
Fidelidade partidária
Também está na pauta do Plenário o Projeto de Lei do Senado (PLS) 266/2011, que dispõe que não ocorrerá perda de mandato quando a desfiliação partidária ocorrer por justa causa, ou seja, por criação de novo partido, incorporação ou fusão de legenda, desvio de programa partidário e grave discriminação pessoal.
A criação de novo partido como justa causa para desfiliação foi excluída durante a tramitação inicial da proposta na CCJ. No entanto, a hipótese foi reincluída por meio de emenda de Plenário, sendo aprovada em nova votação na comissão.
Lista fechada
Ainda aguarda deliberação na CCJ um dos temas mais polêmicos da reforma: a instituição do sistema eleitoral proporcional de listas fechadas nas eleições para a Câmara dos Deputados (PEC 43/2011). A matéria, que tramita em conjunto com a PEC 23/2011, foi rejeitada na CCJ, mas recebeu recurso para votação em Plenário. As propostas voltaram à comissão, por conta de requerimento pedindo para que tramitem em separado. A matéria foi retirada de pauta a pedido do relator, Romero Jucá, para reexame do parecer.
Aprovações e rejeições
Do conjunto de 11 proposições apresentadas pela Comissão da Reforma Política ao presidente do Senado, José Sarney, duas já foram aprovadas: o PLS 265/2011, que veda a transferência de domicílio eleitoral de prefeitos e vice-prefeitos durante o exercício do mandato, e o PLS 267/2011, que trata da cláusula de desempenho partidário nas eleições. Ambas passaram pela CCJ terminativamente e foram enviadas à Câmara dos Deputados.
Os senadores também já rejeitaram duas propostas apresentadas pela Comissão: a PEC 39/2011, que acabava com a possibilidade de reeleição para presidente, governador e prefeito, e a PEC 41/2011, que acabava com a exigência de filiação partidária para candidatos em eleições municipais.
Fonte: Agência Senado
Gilv@n Vi@n@

26 dezembro, 2011

Sarney apresentou balanço de atividades do Senado e encerra os trabalhos de 2011

Aprovação de projetos como o Código Florestal, a regulamentação da Emenda 29 e a criação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico demonstrou a maturidade democrática do Senado, que obteve avanços com harmonia, diálogo e respeito, na avaliação do presidente da Casa
Presidente do Senado acredita que em 2012 será preciso facilitar acesso às informações oficiais

O presidente do Senado, José Sarney, disse que a instituição vive um momento de maturidade democrática. A avaliação foi feita ontem, quando Sarney apresentou um balanço das atividades em 2011.

— O âmago da democracia está na harmonia, no diálogo e no respeito — disse.

Sarney afirmou que em 2011 o Senado se defrontou com grandes desafios. Ele agradeceu os senadores que colaboraram com os trabalhos e elogiou o clima de harmonia entre os parlamentares.

O presidente do Senado sublinhou alguns projetos aprovados, destacando a regulamentação da Emenda 29 (PLS 121/07), que determina percentuais mínimos a serem investidos na saúde, e o projeto que criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, Pronatec (PL 1.209/11). Sarney elogiou a agilidade na busca do consenso pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 114/11, que prorroga a Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 31 de dezembro de 2015. Sobre o novo Código Florestal (PLC 30/11), ressaltou a capacidade de diálogo.

— O Senado buscou o equilíbrio entre a produção e o meio ambiente, conciliando o presente com as necessidades das futuras gerações — afirmou.

Para Sarney, o ano de 2011 foi histórico quanto à transparência. Ele destacou a criação da Comissão da Verdade (PLC 88/11) e a lei que regulamenta o acesso a documentos sigilosos (PLC 41/10).

— Já no primeiro semestre de 2012, o Senado vai adotar os princípios da nova legislação com um portal específico da transparência — assegurou Sarney.

Para ele, é preciso ampliar os canais de atendimento e facilitar o acesso às informações oficiais. Nesse aspecto, elogiou o Programa Jovem Senador, que permite a estudantes selecionados atuar como senadores, apresentando e aprovando projetos. 

Fonte: senado.gov.br
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21 dezembro, 2011

Senado aprova prorrogação da Desvinculação de Receitas da União

Instrumento permite ao governo usar livremente 20% de sua arrecadação até 2015. Medida só foi votada após sessão fantasma

O Senado Federal aprovou, em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga os efeitos da Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 31 de dezembro de 2015. Foram 55 votos a favor e 13 contrários.
Para garantir votação da DRU: Senadores ganham R$ 890 por sessão fantasma
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), convocou uma reunião do Congresso Nacional para hoje (21) às 11h para a promulgação da emenda constitucional. Os efeitos da atual DRU vencem no próximo dia 31 de dezembro.
Desvinculação de Receitas da União
A DRU é um mecanismo que permite ao governo federal utilizar livremente 20% das receitas da União. Ela foi instituída em 1994, no governo do presidente Itamar Franco. De lá para cá, o mecanismo vem sendo renovado por todos os governos, com a aprovação do Congresso Nacional.
A medida, aprovada em segundo turno por 55 votos a 13 e uma abstenção, é apontada pelo Palácio do Planalto como ferramente importante para combater a atual crise econômica global. O instrumento também auxilia na formação do superávit primário.
Fonte: Agência Brasil
Gilv@n Vi@n@

09 dezembro, 2011

SERIDOENSE IVONETE DANTAS ASSUME MANDATO NATALINO NO SENADO

Ivonete Dantas assume mandato natalino

A imprensa caicoense fez seu alarde natural, anunciou com pompas à assunção da 2ª suplente de senadora, Ivonete Dantas, na vaga de Garibaldi Filho (PMDB) no Senado Federal. A notícia do ato vem sendo considerada pelos meios tradicionais da política local, como um feito histórico de grandes proporções para o progresso do Seridó (só faltaram os foguetões). No entanto, a chegada de Ivonete Dantas a alta câmara federal não tem nenhuma importância além da simbólica, na condição de mulher e seridoense, a mesma passará 120 dias improdutivos na vaga do também suplente, Garibaldi pai (Garibaldi Filho, o titular, está Ministro da Previdência).
A oportunidade dada a Ivonete Dantas chega num momento sem maiores resultados prático, o Senado nos próximos dias entrará em recesso, quando voltar em fevereiro chega o carnaval, e o que os senadores menos  farão por lá até início de março será trabalhar. Quanto as grandes discussões da política nacional, a senadora não precisará preocupar-se, não é o seu forte. A missão temporária de Senadora da República que Ivonete assumiu, servirá apenas para que a mesma desfile por algumas cidades do Seridó e pela política local atendendo as necessidades fotográficas de alguns bajuladores do poder.
De certa forma, assumir uma vaga no Senado em pleno período de final de ano legislativo não deixa de ser um especialíssimo presente de natal, afinal, o ótimo salário de senador e as mordomias oferecidas, não se encontra em qualquer emprego temporário oferecido ao cidadão comum nessa época do ano.
Pois, como bem dizia o ex-senador Agenor Maria, “o Senado é o paraíso!”.
Fonte: Professor Antônio Neves de A. Filho
Caicó / RN
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Senado aprova projeto que flexibiliza Orçamento da União

Projeto que permite que governo gastar como quiser 20% das receitas foi aprovado por 59 votos a 12

O plenário do Senado aprovou, em primeiro turno, a prorrogação até 2015 da Desvinculação de Receitas da União (DRU), mecanismo que libera cerca de R$ 62 bilhões para uso livre do Poder Executivo (PEC 114/2011). Foram 59 votos a favor e 12 contra. A oposição voltou a protestar contra a prorrogação da DRU, afirmando que o instrumento permite ao governo retirar recursos da saúde e da previdência, para cobrir aumento de gastos com pessoal e encargos, por exemplo. 

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi à tribuna para defender a aprovação da prorrogação. Ele argumentou que a DRU não atende somente ao interesse do governo atual, mas do Estado brasileiro. Sarney disse considerar o mecanismo importante para lidar com as dificuldades decorrentes da crise internacional.
A DRU permite ao Executivo alocar com mais liberdade 20% das receitas provenientes de contribuições sociais, à exceção das previdenciárias, o que representa cerca de R$ 62 bilhões. O último dia de vigência para a DRU, caso não seja renovada, é 31 de dezembro deste ano.
Votação da DRU reflete acordo que permitiu votar ontem a Emenda 29
Para ser aprovada definitivamente, a PEC 114/2011 terá de ser votada novamente, em segundo turno, após três sessões de discussão em Plenário. Como essas sessões só podem ser realizadas depois de cinco dias úteis, em tese, a votação acontecerá no dia 20 deste mês. No entanto, a base do governo pode tentar aprovar a quebra de interstícios, para que o segundo turno ocorra antes.
A votação ocorreu após a oposição tentar sem sucesso reunir as 27 assinaturas necessárias para apresentar uma emenda ao texto principal, que obrigasse o retorno da matéria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Essa manobra seria capaz de retardar a tramitação, jogando a votação da proposta para o dia 22, último dos trabalhos no Congresso, colocando em risco a continuidade da medida.
O governo agiu rápido para retirar assinaturas da emenda da oposição: recuaram os senadores Paulo Davim (PV-RN), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Cristovam Buarque (PDT-DF).
O empenho para aprovar a DRU foi tão grande que o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), reivindicou a posse da segunda suplente de Garibaldi Alves (PMDB-RN) - a senadora Ivonete Dantas (PMDB-RN), que foi empossada hoje. Garibaldi Alves - que havia assumido a cadeira de Rosalba Ciarlini (DEM), governadora do Rio Grande do Norte - está hospitalizado, para submeter-se a uma cirurgia de ponte de safena. Como o governo não pode abrir mão de nenhum voto, Renan convocou a segunda suplente, para garantir os votos do PMDB.
*Com informações da Agência Estado e da Agência Senado
Gilv@n Vi@n@

08 outubro, 2011

Senador propõe chicotadas para preso que não trabalhar

Para Reditario Cassol, pai do ex-governador de Rondônia Ivo Cassol, "vagabundos" têm melhor tratamento que trabalhadores no Brasil

O senador Reditario Cassol (PP-RO) defendeu hoje, da tribuna do Senado, o fim do auxílio-reclusão para os condenados que estiverem cumprindo pena e a adoção da pena de chicotadas contra os presos que se recusarem a trabalhar nos presídios. Ele alega que "pilantras, vagabundos e sem-vergonha" recebem um tratamento melhor do que os trabalhadores brasileiros.
"Nós temos de fazer o nosso trabalho, ilustre presidente e nobres senadores, modificar um pouco a lei aqui no nosso Brasil, que venha favorecer, sim, as famílias honestas, as famílias que trabalham, que lutam, que pagam impostos para manter o Brasil de pé", defendeu. "E não criar facilidade para pilantra, vagabundo, sem-vergonha, que devia estar atrás da grade de noite e de dia trabalhar, e quando não trabalhasse de acordo, o chicote voltar, que nem antigamente", defendeu.
Suplente de seu filho, o ex-governador de Rondônia Ivo Cassol, que está licenciado, Reditario questionou o "desamparo" dos parentes das vítimas, enquanto o governo - segundo ele - gastar por ano "mais de R$ 200 milhões do orçamento para sustentar a família dos presos que cometera crime hediondo, crime bárbaro".
"O vagabundo, sem-vergonha, que está preso recebe uma bolsa de R$ 802,60 para seu sustento. Mesmo que seja auxílio temporário, a prisão não é colônia de férias", protestou. No seu entender, a pessoa condenada por crime grave deve sustentar os dependentes com o trabalho nas cadeias. Ele comparou a situação aos trabalhadores desempregados que, "além de tudo isso, muitas vezes é assaltado, tem a casa roubada e precisa viver recluso atrás das grades de sua própria casa".
Em aparte, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), disse que compreendia a "indignação" do colega, mas que, em nenhuma hipótese, aprovaria a utilização do chicote, "porque seria uma volta da Idade Média".
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Fonte: ultimosegundo.ig.com.br
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