ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

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23 março, 2012

Prefeitura e SindIserpum discordam sobre valor de multa do TST sobre FGTS

A Prefeitura Municipal de Mossoró e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum) divergem sobre o valor de multa aplicada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) ao município referente ao descumprimento de sentença de pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) retroativo ao funcionalismo, reivindicado pela entidade sindical.
No dia 15/03(quinta), o procurador-geral do município, Olavo Hamilton, contestou a informação do Sindiserpum veiculada na edição do jornal O Mossoroense de que a multa é de R$ 5 milhões. Segundo ele, o valor corresponde a 10% do valor declarado à causa, que era de R$ 9.500 em 22 de setembro de 2003, no início da tramitação, portanto a multa seria de R$ 950.
O procurador acrescenta que ainda cabe recurso à decisão do TST obrigando a Prefeitura a pagar o FGTS e que até o momento não existe nenhuma ordem judicial determinando o pagamento de quaisquer valores eventualmente devidos aos servidores referentes à ação. Portanto, segundo ele, não há qualquer atraso.
Sobre a estratégia de postergação do pagamento, denunciada pelo Sindiserpum, Olavo Hamilton sustenta que o município tem o dever de esgotar todas as possibilidades jurídicas e processuais para reverter a decisão de primeira instância (Justiça do Trabalho de Mossoró), evitando o pagamento decorrente da "indevida" condenação judicial.
Ele encaminhou à redação do O Mossoroense correspondência com esse teor (leia a ilustração acima) e cópias da ação inicial do Sindiserpum, fixando o valor da causa em R$ 9.500, e de espelho da decisão do TST, negando recurso do município e impondo "multa de 10% (dez por cento) sobre o valor corrigido da causa, nos termos do art. 557, § 2º, do CPC."
Por outro lado, a presidente do Sindiserpum, Marilda Souza, e a assessoria jurídica do sindicato reafirmam que o valor da multa é de R$ 5 milhões, pois corresponde ao valor da ação de execução (final), e não do processo de conhecimento (inicial). Segundo Marilda, a multa foi fixada em 10% do valor final (cerca de R$ 50 milhões), e não no inicial (R$ 9.500).

Fonte: O Mossoroense

07 fevereiro, 2012

SINDISERPUM promove na próxima quinta-feira, 9/2, primeira assembleia geral do ano

Foto/arquivo: (assembléia 11/08/2011)
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) promove na próxima quinta-feira, 9 de fevereiro, a primeira assembléia geral do ano. Será a partir das 9h, no auditório do Serviço Social da Indústria (SESI).
A pauta é extensa, tendo como ponto principal a campanha salarial do funcionalismo público municipal. O índice de reajuste pretendido pela entidade é de 22,22% para todas as categorias profissionais. "Defendemos esse reajuste para todos porque lutamos pela isonomia salarial", destaca Marilda Sousa, presidenta do SINDISERPUM.
Outras questões também serão discutidas na assembléia para que os trabalhadores deliberem sobre o que será feito em relação a cada uma delas.
A primeira diz respeito ao pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Marilda estará, no início dessa semana, em Brasília (DF), no Tribunal Superior do Trabalho (TST). "Vamos questionar a vice-presidente do TST, Cristina Peduzzi, sobre o porquê de não terem sido aplicadas as multas à prefeitura em virtude do postergamento do pagamento do FGTS, já que ela garantiu que caso o Município entrasse com recursos apenas para adiar o desfecho do processo, seriam aplicadas essas multas, fato que até agora não ocorreu", frisa.
A assembleia dos servidores também tratará sobre o regime de previdência própria criada pela prefeitura. Não satisfeita em criar o tal regime às escondidas, às pressas, sem consulta aos trabalhadores, a prefeita Fátima Rosado decidiu, indevidamente, recolher o percentual destinado à aposentadoria dos trabalhadores.
"O detalhe é que a prefeitura descontou 11% para todo mundo, quando alguns trabalhadores contribuem atualmente com apenas 7%, e ainda por cima, destinou os recursos para o Previ Mossoró, que na prática ainda não existe, pois é preciso que se respeite a noventena, ou seja, os 90 dias entre a aprovação da lei que criou o Previ Mossoró e a sua entrada em vigor", explica Marilda Sousa.
A prefeitura, através de Paulo Linhares, presidente do Previ Mossoró, reconheceu que houve um desconto a mais e se comprometeu a devolver este mês aos trabalhadores prejudicados, no entanto, acredita que já pode fazer o desconto. O SINDISERPUM entende que não e, vai apresentar o seu posicionamento aos servidores para que estes decidam sobre o que será feito.
A luta pela efetiva implementação do Piso Salarial dos Professores é outro tema em destaque. Além de buscar o reajuste definido pelo MEC (22,22%), os trabalhadores, via SINDISERPUM, querem que seja cumprido o artigo da Lei do Piso que trata sobre o cumprimento da jornada, ou seja, o respeito a um terço das horas dedicado ao trabalho de extrarregência.
Em relação à Banda de Música Artur Paraguai, o sindicato está pressionando para que a prefeitura cumpra o Plano de Cargos, Carreira e Salário dos Músicos. "São apenas 27 trabalhadores, então não haverá impacto tão grande na folha. A prefeita precisa atender às necessidades desses servidores também", finaliza Marilda Sousa.
Segue abaixo, roteiro completo das questões que serão tratadas na assembléia geral da próxima quinta-feira, 9 de fevereiro.
PAUTA
*Discussões sobre a Previ Mossoró, cumprimento da Lei do Piso, Campanha Salarial e repasse de informações sobre a ação do FGTS.
*Previ Mossoró
*Garantir que a lei da Previdência Própria, votada e aprovada pela Câmara Municipal, seja modificada. O texto atual traz inúmeros prejuízos para o servidor.
* Falta de representatividade efetiva dos trabalhadores;
* Diminuição da contrapartida da prefeitura;
* Inexistência do cálculo atuarial, o que fará com que a previdência própria já nasça deficitária;
*Falta de transparência: na ARRECADAÇÃO, COBRANÇA, APLICAÇÃO DAS VERBAS E EXTINÇÃO DE BENEFÍCIOS
*Dificuldade de afastamento do servidor enquanto aguarda aposentadoria
*Gestores escolhidos por critérios pessoais
*Falta de Fiscalização dos órgãos responsáveis ou fiscalização ineficaz
*Inexistência da gestão democrática
*Vulnerabilidade à corrupção
*Piso Salarial do Magistério
*Lutar para que o Piso salarial Nacional Profissional do Magistério seja cumprido
* Pagamento do piso deforma integral;
* Respeito à jornada, com um 1/3 do tempo dedicado a atividades extraclasse;
Campanha salarial
* Lutar por ganho real do salário, com a conquista de um reajuste salarial (22,22% linear, para todas as categorias) que represente o atendimento às necessidades dos trabalhadores;
* Início da vigência das alterações da Lei 020/2007 para maio de 2012;
* Entrada em vigor do Plano de Carreira dos Músicos da Banda de Música Artur Paraguai;
*FGTS
* Informações sobre a audiência que a presidenta do SINDISERPUM, Marilda Sousa, nos dias 6 e 7 de fevereiro com a vice-presidenta do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi.
Gilv@n Vi@n@

27 maio, 2011

Sindiserpum reconhece valorização de professores pelo governo Fafá Rosado

Marilda Sousa - Presidente do SINDISERPUM

A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), Marilda Sousa, reconhece o impacto positivo do Plano de Cargos, Salários e Carreira, para os trabalhadores da educação municipal. Ela falou sobre o assunto no Programa Cenário Político, apresentado na TCM.

Instada pelo jornalista e apresentador do Cenário Político Julierme Torres a comparar a situação dos professores estaduais (em greve) com os colegas lotados na Prefeitura de Mossoró. Marilda Sousa não pestanejou...
E asseverou..."O diferencial é o Plano de Cargos e Salários".
- Desde que foi implantado, em 2006, o Plano vem sendo respeitado pelo governo municipal - constatou Marilda Sousa, revelando que, ao contrário, os professores estaduais não tem um plano salarial despeitado pelo governo.
Marilda garantiu que, o compromisso da prefeita Fafá Rosado em cumprir o Plano de Cargos e Salários da Educação, pesou da decisão da categoria em aceitar a proposta salarial apresentada pela Prefeitura, já que os trabalhadores da educação vêm acumulando ganhos nos últimos anos.
A presidente Marilda Sousa também comentou sobre salários. Segundo ela, não há como comparar os salários pagos hoje em dia pelo Estado e pela Prefeitura de Mossoró. "Não há comparação. Os salários pagos em Mossoró são bem maiores", garantiu a dirigente sindical.
Fonte:  http://www.gutembergmoura.com.br/ 
Em 25/05.2011
Gilv@n Vi@n@

23 maio, 2011

Sindiserpum convoca docentes para discutirem nova proposta do Executivo

Marilda Souza - Presidenta do SINDISERPUM
 O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum) está convocando os professores para assembleia extraordinária hoje (23), às 9h30, na sede administrativa da entidade.
De acordo com Marilda Souza, presidenta do Sindicato, na pauta da assembleia compreende a análise da nova proposta de reajuste salarial feita pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) à categoria. A proposta chegou à direção do sindicato no início da noite da última quinta-feira, 19.
"Vamos divulgar qual é a proposta durante a assembleia. Mas posso adiantar que se refere ao retroativo do Piso Salarial Nacional que compreende do período de janeiro a abril deste ano. Não é a meta desejada por nós, porém é uma nova proposta da Prefeitura que merece ser analisa pela categoria, pois houve uma melhora. Caso essa indicação não seja aceita pela maioria, daremos indicativo de greve e em seguida paralisaremos as atividades", explica Marilda.
Entre as reivindicações, os professores cobram que seja a cumprir de forma plena a Lei do Piso Salarial Nacional Profissional (PSNP), pagando o valor integral de R$ 1.597,00 aos professores. Para atingir esse valor é necessário um reajuste da ordem de 21,7%.
Em caso de não aceitação da proposta da PMM, a entidade sindical está programando juntamente com os professores da rede municipal de ensino de Mossoró a realização de uma parada de advertência e ato público amanhã (24). O protesto visa pressionar a Prefeitura quanto às reivindicações da categoria. 
Gilv@n Vi@n@

19 maio, 2011

Presidente do Sindiserpum quer enquadrar vereadores para identificar quem traiu servidores

Deu em O Mossoroense

Marilda e Gilberto, conversando com Servidores
"A Diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), cobrará de cada um dos 13 vereadores uma declaração de voto por escrito a respeito da votação que manteve os vetos da prefeita Fafá Rosado (DEM) às emendas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos servidores, que se arrasta há anos na Justiça.
Segundo Gilberto Diógenes, essa é a melhor forma de saber quem cumpriu e quem descumpriu. "Se apenas cinco confirmarem que estiveram conosco, tudo bem, mas se tivermos os sete votos prometidos, entraremos na Justiça com a finalidade de anular aquela sessão alegando que houve erro na contagem dos votos", avisou.
O sindicalista explicou que está apenas esperando o retorno do advogado do Sindiserpum, que está defendendo uma tese de doutorado em São Paulo, para tomar as providências. "Eles pensam que a gente esqueceu, mas não esquecemos, não. Vamos levar esse assunto até o fim", avisou.
EXPLICANDO
Em fevereiro, a Câmara Municipal apreciou os vetos da prefeita Fafá Rosado ao Orçamento Geral do Município (OGM) para 2011. De público, os sete vereadores que integravam a oposição à época declararam estar compromissados com os servidores no intento de derrubar os vetos da chefe do Executivo.
Na época, os vereadores Ricardo de Dodoca (PDT), Daniel Gomes (PMDB) e Zé Peixeiro (PMDB) negociavam o retorno à base de apoio da prefeita. Foi exigida uma prova de fidelidade ao Palácio da Resistência.
Após a votação, duas fontes do O Mossoroense que transitavam no plenário durante a votação identificaram que houve "revezamento" de votos durante a apreciação dos vetos. Foram três votações. Cada um dos três parlamentares votou uma vez pela derrubada dos vetos e duas pela manutenção. Por isso, o placar que deveria ser 7x6 pela derrubada, acabou 8x5 pró-governo.
Agora Zé, Daniel e Ricardo estão de volta à base governista." 
Fonte: lairinho.blogspot.com
sexta-feira, 15 de abril de 2011

Gilv@n Vi@n@