ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

26 agosto, 2012

Servidores rejeitam proposta de aumento de 15,8% e ameaçam ampliar greve


Impasse entre sindicatos e o governo Dilma Rousseff prossegue após encontro neste sábado; representantes de algumas categorias já falam em greve por tempo indeterminado

O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça (centro), se reúne com representantes dos servidores federais em greve: impasse segue
Servidores federais recusaram neste sábado (25) a proposta do governo da presidenta Dilma Rousseff de um reajuste salarial de 15,8%, fatiado em três parcelas, de 2013 a 2015. O impasse continua e representantes de algumas categorias saíram da reunião no Ministério do Planejamento dispostos a radicalizar o movimento grevista. 
"Se o governo insistir nessa postura intransigente, vamos à greve por tempo indeterminado", ameaçou Allan Titonelli Nunes, do Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal.
Os profissionais da Advocacia da União - que nunca fizeram greve, mas estão promovendo manifestações de protesto - recebem salários entre R$ 14,5 mil, no início de carreira, e R$ 19,5 mil, no topo. Eles querem ser equiparados à magistratura e ao Ministério Público, instituição com remunerações que chegam a R$ 26 mil.
A União das Carreiras de Estado (UCE), que congrega 22 sindicatos e mais de 50 mil servidores de áreas estratégicas, foi uma das entidades que rejeitaram a proposta do governo para encerrar as ações de protesto. O movimento prejudica as atividades da Polícia Federal, da Receita e de órgãos de controle e fiscalização.
"A Polícia Federal está sucateada. Cortaram 70% dos recursos de custeio e até atividades rotineiras de investigação estão prejudicadas. Falta dinheiro até para coletes e munição", reclamou o delegado Amaury Portugal, presidente do Sindicato dos Delegados da PF em São Paulo. Apesar de rejeitar o acordo, Portugal é contrário à adesão de delegados à greve.
Para contornar o impasse, o núcleo de gestores do Estado, que também integra a UCE, apresentou ao governo uma contraproposta: 25% de reajuste em três parcelas, sendo 6% em 2013, 8% em 2014 e 10% em 2015. O secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, considerou "muito difícil" aceitar a proposta.
Fonte: Agência Estado 
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ELEIÇÕES 2012: Candidatos usam clones de Lula para fazer campanha em cidades do interior

CLONES DE LULA APARECEM NO INTERIOR
O visitante desavisado que chegasse na semana passada à cidade de Macaúbas (BA), distante mil quilômetros de Salvador, ficaria impressionado ao ouvir a voz rouca do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedindo votos para o candidato do PP à prefeitura, Robinson Camargo Ribeiro Nunes, o Robinho.

Afinal, declarações de Lula tem sido requisitadas por centenas de candidatos em todo o Brasil e somente alguns poucos, muito próximos do ex-presidente ou muito importantes no cenário nacional, são atendidos.
Além disso, Robinho é aliado do PSDB e do DEM, os dois principais partidos de oposição, e concorre contra o atual vice-prefeito, José João Pereira (PSB), o Zezinho, que conta com o apoio do PT. Mesmo assim, a gravação dizia que ele tem apoio da presidenta Dilma Rousseff e do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), o “Galego”.
Uma representação feita pela campanha de Zezinho junto à Justiça local esclarece o mistério. A voz grave, rouca e com a língua presa é de um dos milhares de imitadores de Lula. Segundo fontes do PT e do Instituto Lula, a utilização eleitoral de clones do ex-presidente foi registrada em dezenas de cidades do interior, embora o caso de Macaúbas seja o único comprovado até agora graças a um vídeo ao qual o iG teve acesso.
ASSISTA O VÍDEO CLICANDO NESTE LINK:
Nas imagens um carro de som sem identificação divulga a mensagem do falso Lula. “Eu vim aqui para dar um recadinho e pedir o voto para o nosso amigo Robinho (...) ele tem o apoio do governo do Estado com nosso governador Jaques Wagner, o Galego, e também da presidente Dilma”.
Filho de ex-prefeito, dono de uma rede regional de postos de combustível, Robinho, um dos homens mais ricos da cidade com patrimônio declarado de R$ 4,4 milhões, é descrito pelo clone de Lula como candidato compromissado com “os mais carentes”.
Localizada na região da Chapada Diamantina, Macaúbas é uma cidade predominantemente rural. As principais atividades econômicas são a extração de granito azul e a agricultura de subsistência. Segundo o IBGE, 49% da população é pobre, a renda média familiar é de R$ 262 (menos da metade do salário mínimo) e 21% das crianças com até cinco anos vive em casas sem saneamento básico com os pais analfabetos.
Na representação, Zezinho pede a suspensão imediata da propaganda e recolhimento do material de campanha do adversário - que também usou fotos de Lula - nos seguintes termos: “os representados (a campanha de Robinho) pretendem de modo repugnante angariar a simpatia de eleitores, em especial aqueles menos esclarecidos (...) causando estranheza nessa camada da população (...) visa ludibriar os eleitores por meio de um artifício ardiloso, sem qualquer preocupação com ideais partidários, com o claro interesse de confundir o eleitor, deixando-o na dúvida acerca de qual seria de fato o partido do ex-presidente Lula”.
A Justiça eleitoral de Macaúbas não chegou julgar o mérito da ação por considerar que a coligação de Zezinho não tem legitimidade legal e o candidato do PSB recorreu da decisão.
Robinho não foi encontrado para comentar a representação. O coordenador de marketing da campanha, que se identificou apenas como Joabe, negou que o uso do clone de Lula seja uma fraude. “Em nenhum momento dizemos que é o Lula. É só uma fala de alguém em apoio ao nosso candidato”, justificou.
Joabe também tentou negar que a gravação tivesse falsas declarações de apoio de Dilma e Wagner. “Só dizemos que o PP é da base da Dilma”, disse ele. Ao ser informado que o iG teve acesso ao vídeo no qual o falso apoio de Dilma e Wagner é explícito, o marqueteiro baiano tentou desconversar. Segundo ele, a gravação foi tirada das ruas, mas os santinhos com a foto do ex-presidente continuam sendo utilizadas.
Fonte: Ricardo Galhardo - iG São Paulo 
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JULGAMENTO DO MENSALÃO: Veja o dia a dia do julgamento do mensalão no STF


Desde o último dia 2, falaram o procurador-geral, os advogados e dois ministros; saiba o que já aconteceu em cada uma das sessões

Ministros do STF devem decidir o futuro de 37 réus no julgamento do mensalão

O Supremo Tribunal Federal realizou na última quinta-feira a 14ª sessão de julgamento do mensalão, o maior da história do Supremo. Desde o último dia 2 de agosto, quando teve início o julgamento , já falaram o procurador-geral, Roberto Gurgel, os advogados e dois ministros: o relator Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski.

Veja o que de mais importante aconteceu em cada um dos dias de julgamento:
14º dia: Na sequência da leitura de seu voto, o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, divergiu da tese apresentada pelo relator, Joaquim Barbosa, e pediu a absolvição do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP) dos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro . O ministro também votou pela absolvição do empresário Marcos Valério, apontado como o financiador do mensalão, e de seus ex-sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz das acusações de terem praticado os crimes de corrupção ativa e peculato. A sessão terminou com um bate-boca entre Lewandowski e Barbosa, que prometeu apresentar sua réplica, rebatendo os argumentos do revisor, no início da próxima sessão.
13º dia: O ministro revisor do processo do mensalão, Ricardo Lewandowski, iniciou a leitura de seu voto compartilhando a tese do relator, Joaquim Barbosa, e pedindo a condenação do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro . Lewandowski também votou pela condenação do publicitário Marcos Valério e de seus ex-sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz por peculato e corrupção ativa. Por fim, corroborando a tese do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, votou pela absolvição do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Luiz Gushiken, acusado inicialmente pelo crime de peculato.
11º dia: No início da leitura de seu voto sobre o mensalão, o relator Joaquim Barbosa pede a condenação do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP) por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato . Além disso, o ministro defendeu em seu voto a condenação de Marcos Valério, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz pelos crimes de corrupção ativa e peculato.
10º dia: No primeiro dia destinado teoricamente à leitura do voto do relator, ministro Joaquim Barbosa, o plenário do STF analisa questionamentos de alguns advogados de defesa dos réus. Todos são indeferidos pela Corte, à exceção do pleito do advogado de Carlos Alberto Quaglia, ex-sócio da empresa Natimar, acusado por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Os ministros decidiram excluí-lo do processo por entenderem que houve cerceamento de defesa do réu, já que seus reais advogados não receberam nenhuma intimação por mais de três anos. O STF determinou o desmembramento do processo apenas no caso de Quaglia, que responderá pelas acusações em primeira instância. Desta forma, o mensalão passa a ter 37 réus, e não 38. Antes dessa discussão, a sessão teve as sustentações orais dos advogados de defesa dos últimos três réus: José Luiz Alves, Duda Mendonça e Zilmar Fernandes .
9º dia: No penúltimo dia reservado às sustentações orais dos advogados de defesa dos réus do mensalão, falaram os representantes dos ex-deputados petistas Paulo Rocha (PA), Professor Luizinho (SP) e João Magno (PT-MG), que negaram ter havido compra de apoio parlamentar pelo governo, mas admitiram o uso de caixa 2 eleitoral. Também falaram os advogados de Anita Leocádia, ex-assessora de Paulo Rocha , e do ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto.
8º dia: O dia foi marcado por uma das sustentações orais mais aguardadas do julgamento do mensalão, a do advogado do presidente nacional do PTB e delator do esquema, o ex-deputado Roberto Jefferson. O defensor Luiz Francisco Corrêa Barbosa acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não apenas ter conhecimento do mensalão, como ter ordenado o esquema . Também falaram os advogados dos ex-deputados Bispo Rodrigues (ex-PL, atual PR), Romeu Queiroz (ex-PTB, hoje no PSB) e José Borba (PMDB), além do representante do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri.
7º dia: Outra figura-chave do mensalão, o ex-deputado Valdemar Costa Neto, então presidente nacional do PL, hoje no PR, teve sua defesa ouvida no sétimo dia do julgamento no STF. De acordo com seu advogado, não houve compra de votos, apenas um acordo eleitoral entre PT e PL . Já o defensor do ex-tesoureiro do PL Jacinto Lamas citou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e questionou por que Lula não foi incluído na denúncia do Ministério Público – a mesma questão foi levantada pela defesa de seu irmão, Antonio Lamas. Também falaram os representantes de Breno Fishberg, ex-sócio da corretora Bônus Banval, e de Carlos Alberto Quaglia, que pediu que seu cliente fosse excluído do processo por não ter sido obedecido o rito de direito amplo à defesa, já que seus advogados ficaram mais de três anos sem receber nenhuma intimação.
6º dia: No sexto dia de sessões do julgamento do mensalão, falaram os representantes do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, dos ex-deputados Pedro Henry e Pedro Corrêa, do PP, de João Cláudio Genu, homem de confiança do partido, e do ex-sócio da corretora Bônus Banval Enivaldo Quadrado. As defesas negaram a tese de compra de parlamentares em troca de apoio ao governo e criticaram duramente a denúncia feita pela Procuradoria Geral da União .
5º dia: O terceiro dia dedicado às defesas dos réus contou com as sustentações orais dosadvogados de três ex-dirigentes do Banco Rural : José Roberto Salgado, (defendido pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos), Vinícius Samarane e Ayanna Tenório. Além deles, falaram os representantes do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Luiz Gushiken. Os dirigentes do banco negaram qualquer vínculo com o mensalão, enquanto a defesa de João Paulo qualificou a denúncia do Ministério Público como uma “criação mental” . O advogado de Gushiken pediu a absolvição de seu cliente não por falta de provas, como quer a Procuradoria Geral da República, mas por comprovação nos autos de que o ex-ministro não teria cometido crimes.
4º dia: O segundo dia reservado aos defensores do réus do mensalão teve um discurso quase uníssono dos advogados de Cristiano Paz, Rogério Tolentino, Simone Vasconcelos e Geiza Dias , ligados ao empresário Marcos Valério, apontado como o financiador do esquema. Também falou o r epresentante da ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello . Todos afirmaram que os réus desconheciam qualquer ilicitude.
3º dia: O chamado “núcleo político” do mensalão foi o destaque do primeiro dia reservado aos advogados de defesa dos réus do processo no STF. Quem abriu a etapa de sustentações orais dos defensores foi o advogado do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu , o suposto “chefe da organização criminosa”, segundo denúncia da Procuradoria Geral da República. Também foram defendidos na tribuna o ex-presidente nacional do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, o empresário Marcos Valério e seu ex-sócio Ramon Hollerbach . Todos negaram a existência do mensalão, e os advogados de Delúbio e Valério admitiram o caixa 2.
2º dia: Quem usou a palavra na sessão do STF foi o procurador-geral da República, Roberto Gurgel,que pediu aos ministros do Supremo que condenassem 36 dos 38 réus do processo do mensalão . Em uma explanação que durou quase cinco horas, Gurgel pediu a absolvição do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social Luiz Gushiken e do fundador do PL Antonio Lamas, por falta de provas.
1º dia: O julgamento mais esperado da história do STF começou com uma longa discussão entre os ministros a respeito de um pedido feito pelo ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado de um dos réus, para que houvesse um desmembramento do processo. Depois de mais de três horas e meia, os ministros decidiram, por 9 votos a 2, rejeitar o pedido , e a ação penal não foi desmembrada. Em seguida, o ministro relator, Joaquim Barbosa, leu um resumo do processo e apresentou os nomes de cada réu e a quais crimes respondem.
Fonte: iG São Paulo 
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Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 22 milhões na quarta-feira


Nenhum apostador acertou as seis dezenas sorteadas; 56 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 32.191,40 cada, e 3.828 apostas fizeram a quadra e ganharam R$ 672,75 cada

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.419 da Mega-Sena sorteadas na noite deste sábado (25), em Taquaritinga, interior de São Paulo. O valor do próximo prêmio, que será sorteado na próxima quarta-feira (29), acumulou em R$ 22 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal (CEF).

Os números sorteados neste sábado foram os seguintes: 17 – 21 – 30 – 48 – 52 – 58 .
Ao todo, 56 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 32.191,40 cada um. Outras 3.828 apostas acertaram a quadra e ganharam R$ 672,75 cada.
As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) dos dias de sorteio em qualquer uma das 11 mil unidades lotéricas do País. As apostas custam a partir de R$ 2,00.
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