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27 dezembro, 2011

Com a família, Dilma caminha em praia na Bahia

Presidenta escolheu para período de descanso uma base da Marinha em Aratu, na região metropolitana da capital Salvador

Dilma passeia em praia ao lado de parentes na Bahia
A presidenta Dilma Rousseff desembarcou ontem, 26, na Bahia, para um período de descanso. Dilma ficará na praia de Inema, na Base Naval de Aratu, região metropolitana da capital baiana, acompanhada de sua família. O avião da presidência da República pousou na Base Aérea de Salvador no início da tarde de hoje. No fim da tarde, Dilma fez uma caminhada na praia ao lado de parentes.

Ainda não há previsão sobre o período que a presidenta permanecerá na Bahia. A expectativa é de que ela volte para Brasília na primeira semana de janeiro, entre os dias 4 e 5. Seu período de férias vai até 10 de janeiro.
Depois de eleita, em 2010, Dilma também escolheu a Bahia para descansar e foi para Itacaré. No carnaval deste ano, em março, foi para a Praia de Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte, também acompanhada da família.
A presidenta passou o Natal no Palácio da Alvorada com a família e mandou decorar a residência oficial com motivos natalinos para receber sua filha, Paula, e o neto Gabriel, além da mãe, Dilma Jane.
Brasil Sem Miséria
Na última edição do programa semanal Café com a Presidenta antes do descanso, Dilma saiu em defesa do programa Brasil Sem Miséria, baseado na promessa de retirar 16 milhões de brasileiros da extrema pobreza. Na transmissão, Dilma afirmou que, até o momento, 407 mil famílias foram localizadas pelo programa, o que equivale a 90 mil famílias a mais do que a meta fixada para este ano.
Do total de 407 mil, 235 mil já estão recebendo o benefício. Um levantamento do próprio governo mostrou que cerca de 800 mil famílias brasileiras preenchem os requisitos para participar do programa, mas ainda não estão cadastradas.
“Para identificar essas famílias, foi fundamental a chamada busca ativa, que é o nosso compromisso de ir atrás dos extremamente pobres para garantir os seus direitos. Até 2013, nós vamos, com certeza, encontrar todos que ainda não estão no Bolsa Família e dar a eles o direito e as condições para que deixem de ser extremamente pobres”, disse a presidenta.
Fonte: Agência Brasil e Agência Estado
Gilv@n Vi@n@

11 abril, 2011

Sarney quer revisão da Lei do Desarmamento

Presidente do Senado acredita que a tragédia ocorrida no Rio de Janeiro mostrou a população a necessidade de impedir o acesso às armas  


Para José Sarney, Congresso deve lutar pela proibição da venda de armas, 
Movimento ecumênico ocupa o Congresso, em 2005, em defesa do desarmamento
O presidente do Senado, José Sarney, defendeu a revisão da Lei 10.826/03 — o Estatuto do Desarmamento — e a elaboração de lei mais rigorosa.
— Acho que o Congresso deve examinar a lei do desarmamento, uma vez mais, e lutar pela proibição da venda de armas no Brasil. Quero dizer: tolerância zero em relação a armas — afirmou.
O Estatuto do Desarmamento estabelece regras para a aquisição e o porte de armas. O projeto original também previa a proibição do comércio de armas de fogo e munições no país, desde que a medida fosse aprovada pela população por meio de referendo. A consulta popular foi realizada em 2005 e a maioria votou contra a proibição.
Na ocasião, os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?". O "não" obteve 63,94% dos votos válidos e o "sim", 36,06%.
Caso a proibição tivesse sido aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a aquisição de armas e de munição às Forças Armadas, polícias estaduais e Federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
Para Sarney, no entanto, a tragédia ocorrida no Rio de Janeiro na semana passada mostra que a liberação do comércio de armas deve ser revista, uma vez que "a realidade hoje é inteiramente diferente" de quando foi elaborada a lei e realizado o referendo.

— Não é que desapareçam os fanáticos, os desequilibrados de qualquer espécie, mas, na realidade, nós temos a obrigação de tirar os instrumentos que eles podem utilizar nessas circunstâncias — argumentou. 
Fonte: jornaldosenado 
Edição de segunda-feira 11 de abril de 2011 
Gilv@n Vi@n@

09 março, 2011

Dilma encerra período de descanso no RN e retorna para Brasília

Presidente embarcou na tarde desta terça, acompanhada da filha e do neto.
Nesta quarta-feira de Cinzas, agenda prevê despachos internos no Planalto.

A presidente Dilma Rousseff embarca na base
aérea para retornar a Brasília; atrás dela, a filha
Paula com o neto Gabriel nos braços (Foto: Ed
Ferreira / Agência Estado)

A presidente Dilma Rousseff embarcou na tarde desta terça (8) para Brasília depois de um período de descanso durante o feriado de carnaval na Barreira do Inferno, base mililtar da Aeronáutica no litoral do Rio Grande do Norte. Ao embarcar, ela carregava um buquê de flores oferecido pela Federação das Mulheres do estado.
Dilma chegou à base, no município de Parnamirim (RN), na noite da última sexta (4). A presidente passou o feriado no local, hospedada no hotel de trânsito dos oficiais da Força Aérea, em companhia da filha Paula e do neto Gabriel.
A agenda oficial divulgada pela Presidência da República prevê que, nesta quarta (9), Dilma terá despachos internos, a partir das 14h, no Palácio do Planalto, em Brasília.
Nos dias em que esteve de folga no Rio Grande do Norte, Dilma teve uma aparição pública, quando participou da soltura de filhotes de tartarugas, acompanhada por pesquisadores do Projeto Tamar.
Para impedir o vazamento de imagens da presidente durante os dias de descanso na Barreira do Inferno, a Presidência da República proibiu que pessoas entrassem no local com câmeras e celulares.
Um forte esquema de segurança protegeu a área em volta da Barreira do Inferno. Jornalistas encarregados de acompanhar a presidente alugaram uma lancha para tentar se aproximar do local pelo mar, mas foram barrados por uma embarcação da Marinha a cerca de oito quilômetros de onde a presidente estava hospedada.
Fonte: g1.globo.com