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24 agosto, 2011

Deputado assaltado defende controle de natalidade de pobres


O deputado estadual de São Paulo Antonio Salim Curiati (PP), 83, que teve a casa assaltada na manhã desta terça-feira, criticou a política social do governo federal e defendeu o controle de natalidade da população pobre.
"A Dilma [Rousseff] vem falar do Bolsa Família. Aí você agracia a comunidade carente, e eles começam a ter filhos à vontade. É preciso controlar a paternidade", disse.
Curiati citou países onde o ladrão tem as mãos decepadas como punição, mas afirmou não apoiar a iniciativa. "Não sou tão radical assim." Membro da Comissão de Segurança Pública da Assembleia, pediu valorização dos policiais. "A segurança pública está um desastre", disse. 
Deputado estadual Antonio Salim Curiati (PP), 83, que teve a casa assaltada pela segunda vez em dois anos
A casa do deputado, que fica na rua dos Plátanos, no bairro Cidade Jardim (zona oeste de São Paulo), foi roubada por ao menos quatro bandidos.
Segundo informações da Polícia Militar, três dos ladrões renderam a empregada da casa quando ela saía para tirar o lixo, por volta das 9h. Os bandidos estavam armados com metralhadoras e pistolas.
Quando entraram na casa, renderam também o deputado e a mulher dele. Ainda de acordo com a PM, as vítimas foram agredidas.
Os ladrões ficaram cerca de 40 minutos no local e fugiram levando joias, celulares e dinheiro. Um quarto bandido aguardou fora da casa, em uma Hyundai Tucson, usado depois na fuga do grupo.
Médico, Curiati está em seu oitavo mandato na Assembleia Legislativa, onde é líder do PP. Nascido em Avaré (250 km de SP), foi também deputado federal, prefeito de São Paulo (1982-83) e ocupou cargos de secretário estadual e municipal na área de assistência social.
REPETECO
Em 2009, uma casa onde o deputado morava, no Jardim Europa (zona oeste), foi assaltada por quatro homens armados e encapuzados.
Os criminosos já tinham o controle remoto do portão da garagem e não houve arrombamento. Durante a ação, os criminosos mantiveram reféns duas empregadas, dois moradores e um visitante. Uma das funcionárias chegou a ser agredida na cabeça com coronhadas.
A polícia foi acionada por um vigia que disse ter suspeitado da movimentação no imóvel. Durante uma distração dos criminosos, uma moradora e o visitante, amigo da família, conseguiram fugir pulando de uma janela. 
Fonte: 1.folha.uol.com.br
Gilv@n Vi@n@

23 maio, 2011

CDH debate hoje o Mapa da Violência

 
Para debater o Mapa da Violência 2011, as soluções e os desafios a serem enfrentados no combate à criminalidade no Brasil, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza hoje, a partir das 9h, audiência pública com a participação de diversos especialistas.
Realizado pelo Instituto Sangari em parceria com o Ministério da Justiça, o Mapa da Violência 2011 deu continuidade à série de levantamentos que há uma década mostram o número de homicídios em cada município do Brasil. A edição deste ano tem base nos números levantados em 2008, quando 50.113 pessoas foram assassinadas no país. 
Fonte: senado.gov.br
Gilv@n Vi@n@ 

28 abril, 2011

Combate à violência e às drogas nas escolas exige participação

 
Representantes da mídia, de órgãos públicos de segurança e de ministérios foram enfáticos na afirmação de que o envolvimento e o engajamento de toda a sociedade brasileira são essenciais para que o país consiga enfrentar os problemas da violência e das drogas em ambiente escolar. O debate foi promovido pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e focalizou principalmente a disseminação do consumo de crack e o chamado bullying.
Estudo do IBGE citado pelo presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), projeta que, até 2013, mais de 33 mil brasileiros morrerão em virtude da violência antes de completarem 19 anos de idade.
Segundo a promotora do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios Márcia Pereira da Rocha, as infrações mais comuns nas escolas e suas imediações são lesão corporal, ameaça, uso de entorpecentes, desacato e porte de armas.
Já o representante do Ministério da Educação, Walisson Maurício de Pinho Araújo, apontou que o bullying resulta da ocorrência de apelidos e tratamentos racistas, sexistas, homofóbicos e machistas. 
Fonte: senado.gov.br
Gilv@n Vi@n@