ASSEMBLEIA GERAL DO SINDSPUMC, NESTE SÁBADO 04/O7 AS 09h NA SEDE SOCIAL DO SINDSPUMC

Mostrando postagens com marcador ELEIÇÕES 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ELEIÇÕES 2012. Mostrar todas as postagens

16 março, 2012

Partidos articulam para livrar 91 políticos da inelegibilidade

Os 91 políticos potiguares com as contas desaprovadas no pleito de 2010 aguardam ansiosos pelo desfecho do recurso apresentado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que pede a revogação da decisão de não conceder registro eleitoral àqueles cujas contas tenham sido rejeitadas. Entre os integrantes da lista da Corte Regional Eleitoral há muitos que já se colocaram como pré-candidatos ao pleito 2012, como é o caso da vereadora de Natal Sargento Regina (PDT), o presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Rosano Taveira (PRB), e o vereador de Mossoró, Genivan Vale (PR). Também há lideranças do interior, como é o caso do ex-prefeito Pio X Fernandes (PSB) de Luiz Gomes, que estava cotado como pré-candidato a prefeito de  Pau dos Ferros; o professor Flaviano Monteiro, pré-candidato a prefeito de Apodi. Os candidatos ao Senado e ao Governo em 2010, respectivamente Simone Dutra (PSTU) e Sávio Hackradt (PDT), também figuram na lista dos "temerosos".   
Líderes de bancadas e dirigentes partidários decidem pedir a reconsideração da Justiça Eleitoral
Embora tenha sido encabeçado inicialmente pelo PT, outros 18 partidos devem insurgir contra a norma do TSE que está contida na resolução 23.376, que disciplina as eleições municipais de outubro. O advogado e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Erick Pereira, observou que as legendas alegam que uma inelegibilidade não pode ser criada através de uma interpretação (ou norma através de decisão administrativa, como foi o caso) e que o correto seria fazer valer o entendimento por meio de uma lei. Ele destaca também que deve ser avaliado o princípio da "não surpresa", que não teria sido considerado também, uma vez que os candidatos que concorreram a eleição de 2010 tiveram a preocupação apenas de apresentar as contas à Justiça Eleitoral e não de vê-las aprovadas, já que a rejeição dos cálculos não gerava inelegibilidade.
Erick acredita que o julgamento no âmbito do TSE deve ocorrer na próxima semana. O prazo máximo deve ser em 5 de julho, último dia para os partidos políticos e coligações apresentarem no Cartório Eleitoral competente o requerimento de registro de candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador. Caso os Tribunais não considerem os entendimentos questionados pelos partidos, os que se sentirem prejudicados terão que procurar a Justiça comum para afastar o impedimento.
Apesar de elencar alguns questionamentos que podem ser feitos  quanto à eficácia da norma que proíbe candidaturas a políticos com as contas desaprovadas, o advogado e professor da UFRN destaca que considera a medida coerente com a lei 105/2010, que nada mais é que a lei da Ficha Limpa. "Se um órgão colegiado como os Tribunais de Contas dos Estados e da União, através de decisões administrativas geram o impedimento porque não a da própria Justiça Eleitoral?", interrogou. "Por coerência ela também gera", emendou Erick Pereira. Mas só q essa interpretação não aplicava para as resoluções deles. Erick Pereira assinalou, por fim, que como a decisão do TSE se deu por um placar apertado de 4 a 3 - e como haverá uma nova composição do Tribunal a partir de 25 de abril - esse entendimento poderá sofrer modificação, a depender do conceito de cada magistrado. "O meu entendimento é que para que haja uma sistematização do sistema tem que fazer respeitar a lei 135 (lei da Ficha Limpa). Se o TCE tem força de criar essa incompatibilidade o Tribunal Regional também poderá ter", opinou o advogado.
Gilv@n Vi@n@

02 março, 2012

TSE decide barrar nas eleições desse ano candidatos com contas rejeitadas

Em uma drástica mudança em relação a julgamentos anteriores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (1º) impedir que candidatos com contas rejeitadas disputem as eleições a partir deste ano. Por 4 votos a 3, a corte definiu que não concederá registro aos postulantes a cargos públicos que tiveram as contas rejeitadas até hoje.
Segundo a ministra Nancy Andrighi, há atualmente 21 mil candidatos nesta situação. Não foi estabelecido um prazo para a avaliação de contas já rejeitadas, mas caso o TSE venha a definir um limite, o número de barrados diminuirá. “A decisão que desaprovar as contas de candidato implicará o impedimento de quitação eleitoral. Não falamos em prazo”, disse Ricardo Lewandowski. A certidão de quitação eleitoral é documento necessário para obtenção do registro de candidatura, sem o qual o candidato não pode concorrer. 
O tribunal vai analisar caso a caso eventuais liberações de candidaturas apesar da rejeição de contas. "O candidato que foi negligente e não observou os ditames legais não pode ter o mesmo tratamento daquele zeloso que cumpriu com seus deveres. Assim, a aprovação das contas não pode ter a mesma consequência da desaprovação”, disse Andrighi ao reafirmar que quem teve contas rejeitadas não está quite com a Justiça Eleitoral.
Em 2010, o TSE tinha decidido que a simples apresentação das contas já seria suficiente para a concessão do registro. O tribunal deu nova interpretação à legislação eleitoral, o que visa evitar contestações de alteração das regras para as eleições municipais a menos de um ano antes do pleito –o que é proibido.
A Corte definiu que se as contas forem rejeitadas depois da posse de um candidato, a sanção valeria para as eleições seguintes.
Votaram a favor da decisão os ministros Nancy Andrighi, Marco Aurélio de Mello, Cármen Lúcia e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski. Contra ficaram Gilson Dipp, Arnaldo Versiani e Marcelo Ribeiro. Irritado, Dipp se manifestou e criticou a decisão ao afirmar “meu Deus do céu”
O TSE exige dos candidatos a discriminação de gastos com comitês eleitorais, material de campanha, pessoal, entre outros. No Brasil, o financiamento é misto: em parte privado, mas também com recursos públicos do fundo partidário.
A sessão definiu as regras para as eleições municipais deste ano, em termos de arrecadação, gastos e posterior prestação de contas. A corte tinha até 5 de março, a próxima segunda-feira, para estabelecer essas diretrizes.

         LEIA TAMBÉM


Gilv@n Vi@n@

01 fevereiro, 2012

ELEIÇÕES 2012 "Recado aos Pré-Candidatos"

Privilégio a candidato no rádio e TV pode ser punido

De acordo com o corregedor regional eleitoral, desembargador Vivaldo Pinheiro, o uso de emissoras de rádio e televisão, mesmo antes do período proibido pela legislação, para promover candidaturas pode gerar questionamento judicial. O desembargador frisou que, caso seja evidenciado que as aparições desequilibraram o pleito, o candidato que usar desse tipo de prerrogativa deve ser punido.
A utilização indevida de meios de comunicação, em benefício de candidato ou partido político, encontra-se disciplinada no artigo 22 da Lei Complementar nº 64/90. Para sua configuração, é necessário que a conduta praticada macule a normalidade e legitimidade da eleição, causando desequilíbrio ao pleito eleitoral.
As aparições de pré-candidatos são consideradas legais quando não possuem conotação eleitoral. A participação (dos pré-candidatos em programas de rádio e televisão) deverá se restringir à abordagem de temas político-comunitários de interesse geral, evitando-se qualquer menção, mesmo que implícita, a possível candidatura ou conotação de cunho eleitoral.
A campanha extemporânea não é caracterizada somente nas emissoras de rádio e de televisão. Qualquer propaganda realizada antes do dia 6 de julho do ano da eleição, será considerada propaganda antecipada.
A propaganda eleitoral é o meio utilizado pelo candidato para expor suas ideias e opiniões, com o objetivo de angariar votos. De acordo com o art. 36, caput, da Lei n.º 9.504/97, a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 5 de julho do ano da eleição.
Gilv@n Vi@n@

09 novembro, 2011

Último dia para quem está com dupla filiação

Hoje é o último dia para que os interessados em se candidatar as eleições do próximo ano e que tiveram problemas de dupla filiação apresentem justificativa junto a justiça eleitoral.
Gilv@n Vi@n@

16 outubro, 2011

DEM declara-se independente do PSDB, abre negociações com PMDB e veta aliança com PSD em todo o pais


Presidente nacional do Partido Democratas, o senador José Agripino Maia (RN) informa, em entrevista ao Poder Online, que abriu conversas com vice-presidente da República, Michel Temer, para discutir alianças com o PMDB nas próximas eleições municipais.
Senador José Agripino Maia - Presidente Nacional do DEM
Em São Paulo, por exemplo, o DEM pode fechar com o candidato peemedebista, Gabriel Chalita. Quanto ao PSDB, José Agripino Maia avisa: amigos, amigos, eleições à parte. Não há qualquer obrigação de o seu partido apoiar os candidatos  tucanos em 2012.
Poder Online – O senhor recebeu um telefonema do ex-governador José Serra pedindo um encontro. Marcaram a data? qual o assunto?
José Agripino Maia – Recebi, sim. Mas não marcamos data. Tâo logo eu vá a São Paulo, ou ele passe por Brasília, nos veremos. Somos muito amigos.
Poder Online – Esse telefonema foi no dia da reunião do Conselho Político do PSDB, mais um round da disputa entre Serra e o senador Aécio Neves (MG) pela candidatura tucana a Presidência da República. O DEM, afinal, está de qual lado? Serra ou Aécio?
José Agripino Maia – Desconheço essa disputa, não tenho notícias dela e nem é assunto para o Partido Democratas. Aliás, nem estamos de lado algum. Na verdade, o DEM tem uma proximidade com o PSDB, pois estivemos juntos nas últimas eleições, mas não temos qualquer compromisso firmado para o futuro. Somos um partido independente. Tenho, inclusive, conversado muito com o Michel Temer (presidente licenciado do PMDB).
Poder Online – Com o Michel Temer? Qual o assunto?
José Agripino Maia – Vários. Inclusive alianças do DEM com o PMDB nas próximas eleições municipais.
Poder Online – O senhor pode adiantar em quais capitais?
José Agripino Maia – Ainda nãos estamos fechados. Há muita coisa para se discutir. Mas estamos conversando, por exemplo, sobre São Paulo,  Salvador, Recife, Campo Grande, enfim, diversos lugares.
Poder Online – Quer dizer que o DEM pode apoiar em São Paulo o Gabriel Chalita, do PMDB, independentemente da candidatura tucana?
José Agripino Maia – Não quero falar de nomes por enquanto. Já disse também que não temos compromissos amarrados com o PSDB. Assim como podemos apoiar o PMDB em São Paulo, também pode ocorrer o contrário em outros lugares, eles apoiarem a gente. Vamos conversar com o ex-deputado Geddel Vieira Lima (BA) sobre as possibilidades de o seu PMDB apoiar a candidatura do deputado ACM Neto (DEM) em Salvador. Eu mesmo irei falar com o senador peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE) sobre nosso candidato em Recife, o Mendonça Filho. Enfim, ainda estamos em fase de negociações, muitas conversas.
Poder Online – E quanto ao PSD? Há chances de alianças?
José Agripino Maia – Não. Isso é uma decisão formal do Partido Democratas: não serão permitidas alianças com o PSD nas próximas eleições em nenhum lugar do país. Eles nos agrediram muito, levaram 17 deputados federais, e ficamos apenas com 27. Precisamos agora, nessas eleições, demonstrar que as lideranças que deixaram o DEM não eram tão impostantes assim, não levaram os nossos eleitores, aqueles engajados com a história e as ideias do partido. Precisamos marcar posição. Mostrar que as lideranças que permaneceram no DEM têm mais votos.
E, sobretudo,  que somos reconhecidos pelo eleitorado como um partido de verdade, com uma história: nascemos da dissidência com a ditadura militar, quando foi formado o PFL para apoiar a eleição de Tancredo Neves a presidente da República. Temos história assim como o PMDB, que nasceu do rompimento com o arbítrio; ou como o PSDB, com sua história social-democrata. O PPS, o PCdoB, o PT, todos esses aí têm história e ideologia. São importantes para a própria democracia. Já o o PSD não tem nada. Nâo é um partido de verdade. Não tem importância alguma.
Poder Online – O prefeito Gilberto Kassab já declarou que o PSD é um partido de centro. Vocês ficaram, então, como o partido da direita?
José Agripino Maia – Não se trata de ser da direita ou da esquerda. O Democratas é um partido verdadeiramente liberal, contra o gigantismo do Estado, contra o aumento de impostos. Essa é a questão.
Poder Online – E qual a expectativa de vocês para as eleições municipais?
José Agripino Maia – Posso dizer uma coisa: sairemos maiores dessas eleições do que entramos.
Poder Online – Quantos prefeitos vocês esperam fazer?
José Agripino Maia – Seria mera futurologia falar em números.
Poder Online – Mas quantos prefeitos de capitais o DEM tem atualmente?
José Agripino Maia – Nenhum.
Fonte: colunistas.ig.com.br
Gilv@n Vi@n@

09 outubro, 2011

Reta final das filiações mostra êxodo rumo à base do governo

"Parece que todo mundo quer ser governo. Em alguns casos chega a ser imoral”, disse um alto dirigente do PT

O PSD, criado por Kassab, está enfraquecendo a força do PSDB em vários Estados

Embora ainda não existam balanços oficiais, os números preliminares do troca-troca partidário na reta final do prazo de filiação para os candidatos às eleições municipais do ano que vem mostram um quadro amplamente desfavorável para os partidos de oposição. 

“É natural que os políticos busquem se aproximar dos governos mas nunca vi nada parecido com o vale tudo deste ano. Parece que todo mundo quer ser governo. Em alguns casos chega a ser imoral”, disse um alto dirigente do PT que pediu para não ser identificado porque “não quer meter a colher na cumbuca alheia”.

Segundo líderes do PSDB, o partido corre o risco de ficar fora da disputa ou ter candidatos fracos em cidades importantes como Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Recife. Em São Paulo, berço do partido, os tucanos devem enfrentar três candidaturas ligadas ao governo (PT, PMDB e PSD) e sofrem assédio do prefeito, Gilberto Kassab, para apoiar o candidato do PSD (Guilherme Afifi ou Henrique Meirelles), algo inimaginável há alguns meses.

No Ceará, terra do ex-governador Tasso Jereissati, aproximadamente 40 dos 53 prefeitos tucanos migraram para o PSD. Quatro dos sete deputados estaduais e um dos dois deputados federais tucanos no estado seguiram o mesmo caminho.

No Maranhão, outros 40 prefeitos tucanos também migraram para o partido de Kassab.
No Rio de Janeiro, a vereadora Patrícia Amorim, presidente do Flamengo e cogitada para disputar a prefeitura pelos tucanos, deixou o PSDB para se filiar ao PMDB do governador Sérgio Cabral.
Na Bahia, o DEM perdeu cerca de 70 prefeitos também para o PSD, segundo estimativa do secretário geral pessedista, Saulo Queiroz. Segundo ele, dos aproximadamente 620 prefeitos que se filiaram ao partido em todo o Brasil, entre 250 e 280 são do DEM.
Nos casos dos três estados do Nordeste, a migração maciça para o PSD contou com o aval de governadores de outros partidos que integram a base do governo Dilma, Cid Gomes (PSB), Jaques Wagner (PT) e Roseana Sarney (PMDB).

“O peso do governador não é brincadeira, não. Ainda mais em uma eleição municipal. No Nordeste os prefeitos vinculados ao PSDB e ao DEM tem uma vontade muito grande de buscar o cobertor governamental”, disse Queiroz, que chegou a brincar com o assunto. “Cobertor, não. Como no Nordeste faz muito calor eles estão buscando um guarda-sol”, completou o secretário-geral do PSD.
Leia também:  
mais ++ 

 Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

Gilv@n Vi@n@ 

08 setembro, 2011

TSE deve julgar criação de quatro partidos para eleição de 2012

Julgamento tem de ocorrer até 7 de outubro para que novas legendas possam disputar a eleição

Quatro novos partidos aguardam julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o dia 7 de outubro para disputarem a eleição de 2012 - a lei que determina que, para participar da eleição, o candidato deve estar filiado na legenda, no mínimo, um ano antes do dia da votação. Se todos forem aprovados, o Brasil passará a ter 31 partidos políticos oficialmente registrados.
Tentam o aval do TSE o Partido Social Democrático (PSD), articulado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (ex-DEM); o Partido Pátria Livre (PPL), formado pelo Movimento Revolucionário 8 de Outubro, grupo que participou do sequestro do embaixador norte-americano no Brasil Charles Burke Elbrick, durante a Ditadura Militar; o Partido dos Servidores Públicos e da Iniciativa Privada do Brasil (PSPB), formado inicialmente por funcionários públicos de Goiás (GO); e o Partido Democrático da Vida Social (PDVS), criado no Rio de Janeiro.
Os quatro partidos ingressaram com lista assinada por, no mínimo, 492 mil eleitores a favor da criação do partido. O número, que representa 0,5% do total de eleitores do país, é o mínimo exigido pela legislação para formar uma legenda e precisa estar dividido entre nove Estados.
Fonte: ultimosegundo.ig.com.br
Gilv@n Vi@n@

22 agosto, 2011

Presidente do TSE não crê em grandes mudanças na lei até 2012

Ministro Ricardo Lewandowski - Presidente do TSE

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Ricardo Lewandowski, disse nesta sexta-feira (19/8), em Belo Horizonte, não acreditar que ocorram mudanças profundas na legislação eleitoral para as Eleições 2012, devido à proximidade do pleito.

"A reforma política é uma reforma de muito fôlego. Exige uma alteração da Constituição e da legislação ordinária. Penso que não haverá tempo para uma reforma muito ampla", avaliou Lewandowski.
"À medida que o tempo vai passando eu penso que os prazos, evidentemente, vão ficando exíguos e a reforma política e também a reforma da legislação eleitoral vai ficando cada vez mais distante, ou pelo menos fica mais distante com relação às eleições de 2012. Talvez algumas reformas mais tópicas possam ser efetuadas antes das eleições de 2012, mas nada de muito profundo", complementou o presidente do TSE ao conversar com jornalistas que cobriram o 54º Encontro do Colégio de Presidentes de TRE’s, em Belo Horizonte.
Sobre a validade da Lei Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) o presidente do TSE espera que haja uma definição o mais rápido possível do STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro reiterou que Justiça Eleitoral entendeu, nas Eleições 2010, que a Lei é constitucional, para moralizar os costumes políticos. E acrescentou."Mesmo que a Lei não valha para 2012, o eleitor terá no site do TSE e dos TRE’s todas as informações sobre a vida pregressa dos candidatos".
O ministro explicou que as prinicipais inovações das eleições deste ano são ligadas ao próprio trabalho que vem sendo realizado pelo TSE. "Pela primeira vez, pretendemos ter todas as resoluções aprovadas até dezembro do ano anterior, ou seja, deste ano. Estamos com o planejamento das eleições também praticamente pronto", disse.
Biometria
"Pretendemos que até 2018 todo o País possa votar pela biometria. Em 2012, deverá ser cerca de 10 milhões", disse o ministro sobre o planejamento do recadastramento dos eleitores por meio da coleta das digitais.
Ele explicou que em 2010 foram cadastrados biometricamente cerca de um milhão de eleitores no País e que, para 2012, o objetivo é recadastrar aproximadamente 10 milhões de cidadãos. "Isso significa, em um futuro próximo, que as filas de eleitores serão menores, e o processamento digital será mais rápido e rotineiro, em que todos os eleitores brasileiros passarão pelo processo", resumiu.
Fonte: Última Instância
vermelho.org.br
Gilv@n Vi@n@