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12 março, 2012

Doze agências dos Correios já foram assaltadas este ano no RN

Agência dos Correios deCaraúbas/RN
Uma onda de assaltos a agências dos Correios está ocorrendo desde janeiro no Rio Grande do Norte, especialmente no interior do Estado. Já foram pelo menos 12 agências assaltadas, das 196 agências existentes em Natal e no interior do Estado. Para tentar minimizar o problema, e garantir mais segurança para os funcionários da empresa, a diretoria regional dos Correios fez uma reunião essa semana com o comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Francisco Canindé de Araújo, para pedir mais policiamento. Da reunião com a cúpula da PM ficaram definidas estratégias, tanto da corporação, quanto dos Correios para ampliar a segurança para clientes e funcionários.
Além de medidas preventivas que não podem ser divulgadas pelos Correios, pelo risco de segurança que isso poderia causar, serão realizadas reuniões nas diretorias regionais, junto com Batalhões e Companhias de Policiamento. Essas reuniões devem ocorrer no Oeste, Seridó, Alto Oeste e Agreste do Rio Grande do Norte. "Antigamente se dizia que os dias perigosos eram os que se faziam pagamentos. Hoje não é mais assim. Parece que a estratégia dos bandidos mudou. Eles escolhem a cidade e depois agem. Abordam os funcionários, anunciam o assalto, chegam a fazer clientes de reféns", conta Mauro José da Silva, assessor de comunicação dos Correios. 
Segundo Mauro, os empregados dos Correios são os mais visados na ação criminosa. "No assalto que houve na agência em São Tomé, chegaram a prender todo mundo na agência e esperar 20 minutos até que o cofre abrisse no horário programado", contou. "Eles estudam o funcionamento das agências. Já levaram uma quantia considerável de dinheiro", acrescentou, sem no entanto, divulgar o valor, conforme orientação da empresa. 

Vulnerabilidade

As agências dos Correios em geral são mais vulneráveis à ação dos criminosos porque a maioria não conta, como os bancos, com segurança privada, que inclusive se mantém armada, durante o expediente aberto ao público. Outra vulnerabilidade dos Correios, segundo aponta o assessor de comunicação, é que desde o dia 2 de janeiro a empresa funciona como correspondente bancário do Banco do Brasil. "Os assaltantes acham que há mais dinheiro em circulação", opina Mauro José da Silva.
Por se tratar de uma instituição ligada ao Governo Federal, os inquéritos das ocorrências às agências dos Correios são conduzidas à Polícia Federal, mas o trabalho preventivo e ostensivo será executado pela Polícia Militar, conforme ficou definido na reunião da terça-feira. Em geral, das doze ocorrências, os fugitivos permanecem sendo procurados pela polícia. (SHS).
Fonte: DN Online
Gilv@n Vi@n@

14 outubro, 2011

Para os Correios, 96% dos funcionários já estão trabalhando


Com o fim da greve, a empresa espera normalizar a distribuição de correspondência em todo o País de sete a dez dias

Os Correios afirmaram que 96% dos empregados que estavam em greve voltaram ao trabalho nesta quinta-feira, depois que a Justiça determinou o fim da greve na última terça-feira (11). Com o retorno dos funcionários, a empresa espera normalizar a distribuição de correspondência em todo o Brasil dentro de sete a dez dias. Os serviços que foram suspensos durante a paralisação (Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta) voltarão a funcionar até o dia 24.
Com o fim da greve dos Correios, agências voltam a funcionar e atender população
No próximo final de semana, será realizado mais um mutirão nacional com a participação dos trabalhadores que estavam parados e que, portanto, iniciam a compensação dos dias de greve, e também de voluntários de outras áreas da empresa. No feriado de quarta-feira (12), o mutirão entregou oito milhões de cartas e encomendas em todo o País.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) avalia que a retomada total das atividades dos trabalhadores ocorrerá somente a partir desta sexta-feira (14). José Rivaldo da Silva, presidente da Fentect, considera que apenas uma pequena parcela dos trabalhadores em greve resistiu à determinação da Justiça. "Tivemos alguns sindicatos, aqueles que se opõem à federação, que se negaram a cumprir a determinação do TST (Tribunal Superior do Trabalho)", afirmou.
Silva contou que a Fentect enviou a todos os sindicatos uma carta recomendando a volta imediata ao trabalho, evitando assim o recebimento de multa diária no valor de R$ 50 mil, fixada pelo TST.
Fonte: iG São Paulo
Gilv@n Vi@n@